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Wilson de Oliveira será o candidato de consenso

Política Comentários 19 de fevereiro de 2011

Após longo processo de discussão, foi definido que a Associação Comercial e Industrial de Anápolis terá candidato único no processo de renovação de sua diretoria, cuja eleição será em março próximo


O empresário Wilson de Oliveira será o candidato de consenso para a sucessão do atual presidente da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), Ubiratan da Silva Lopes. A definição aconteceu na última quarta-feira, 16, após uma reunião de diretoria, que contou com cerca de 60 participantes. Outros nomes foram apresentados, mas no final, prevaleceu uma tradição da entidade que é ter um candidato indicado por aclamação. A eleição, com chapa única, vai acontecer na segunda quinzena de março próximo e a posse da nova diretoria, no mês de abril.
Em entrevista ao CONTEXTO Wilson de Oliveira explicou como percorreu o caminho para chegar até a indicação do seu nome como candidato à Presidência. Segundo ele, um fator importante foi o trabalho feito para garantir que Anápolis ficasse com a primeira vice-presidência da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), com a união de vários segmentos dos setores produtivos do Município. Além disso, ele destacou que a experiência de vários anos no classismo e a presença na própria Acia, inclusive, com uma passagem pela Presidência, somaram pontos a seu favor.
“A política classista é diferente da política partidária. No classismo não deve haver divisões e, por isso, sempre buscamos o diálogo e o consenso para evitar eventuais desgastes em disputas. Daí, fui procurado por um grupo para colocar o meu nome entre aqueles que gostariam de ter a honra em se candidatar para presidir a entidade”, ponderou.
Na reunião de quarta-feira, outros nomes foram apresentados: os empresários Luiz Medeiros, Jorge Cecílio e Anastácio Apóstolos Dágios. Além deles, o também empresário Moacir Lázaro de Melo teve o seu nome colocado entre os postulantes. Depois das conversações, os três primeiros decidiram pelo apoio a Wilson de Oliveira e o diretor Moacir Melo, também abriu mão em favor do consenso.
“Foi um gesto nobre dos companheiros e isso fortalece a nossa entidade”, ressaltou Wilson de Oliveira, que agora já começa traçar as metas de trabalho que irá apresentar no transcurso do processo eleitoral da Acia. Conforme adiantou, outra tradição a ser mantida é dar continuidade ao trabalho do ex-presidente Ubiratan Lopes. “Cada presidente que assume a Associação põe um tijolo. E nós queremos dar prosseguimento ao trabalho que vinha sendo desempenhado pelo companheiro Ubiratan, com ênfase a um antigo sonho que é a construção de uma nova sede. Para isso, vamos tentar conseguir a doação de uma área para que possamos dar um passo importante na consolidação deste projeto”, assinalou.
O candidato declarou que a Acia, que está completando 75 anos de existência e é uma das mais antigas entidades classistas de Goiás, cresceu muito nos últimos anos e a intenção é que a mesma esteja preparada e bem estruturada para dar apoio ao crescimento de Anápolis. “Nós temos uma vocação logística e não podemos perder de vista alguns projetos macroestratégicos como a conclusão da Ferrovia Norte Sul, o Anel Viário e o Entreposto da Zona Franca de Manaus para que tenhamos a Plataforma Logística, que já tem infraestrutura próxima ao Distrito Agroindustrial, possa efetivamente entrar em operação”, enfatizou.
Wilson de Oliveira destaca ainda que o lema da Acia: “Nossa Força, Nossa União” é também uma bandeira. “Mas nós queremos, além da união do empresariado anapolino, estar ao lado da Facieg (Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Estado de Goiás), do Fórum Empresarial, dos Sindicatos Patronais, da CDL, do Rotary Clube, Lions, Maçonaria, enfim, da sociedade organizada, para que possamos contribuir com o bom momento que Anápolis atravessa e ter um bom entrosamento com os entes governamentais. Nossa missão é unir, dialogar e fazer uma gestão transparente”, frisou, apontando a prioridade maior é lutar na defesa dos interesses do empresariado e, neste ponto, considera importante somar esforços para que na discussão da reforma tributária se mantenha a política de incentivos fiscais e Goiás não venha a ser prejudicado.

Autor(a): Claudius Brito

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