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Viver em condomínio: uma cultura de transição que agrada à maioria

Geral Comentários 09 de dezembro de 2016

Se bem administrados, os condomínios residenciais garantem boa qualidade de vida para os moradores que desfrutam de segurança, opções de lazer e melhores facilidades para o convívio social


Experimentamos hoje em nossa cidade, muitas dificuldades no que diz respeito à convivência em comunidade. O desenho da maneira de se morar foi altamente modificado e as unidades familiares foram sendo substituídas por condomínios residenciais. A grande questão que se estabelece e surge como problema são as regras de procedimento que ainda não se internalizaram na maioria das famílias e, por isso, não fazem parte da cultura dessas “novas” comunidades.
Independente da realidade socioeconômica das famílias, as questões de conflito se estabelecem por conta dos paradigmas que ainda são sustentados, mesmo diante de uma realidade totalmente modificada.
Neste sentido vale a pena considerar as palavras do Sr. Kleber Carneiro; Gestor de Implantação de Condomínios.
“Há 50 anos, era um desafio para as pessoas morar em prédios ou apartamentos, vivendo de forma coletiva e organizada”.
Com o passar do tempo, as edificações foram crescendo e tomando outras proporções, consolidando-se em condomínios grandes e populosos, onde a forma de convívio precisou ser estudada e desenvolvida para o bem de todos.
Desta forma, um dos maiores desafios ao se morar em condomínio hoje é o de aprendermos a viver de forma responsável, organizada e harmônica, respeitando o direito de ir e vir de cada um dos moradores, de diferentes culturas e hábitos.
Com isso, os condôminos precisam mudar sua forma de pensar e se comportar, criando consciência de que é necessário ter a coparticipação e a corresponsabilidade sobre tudo o que acontece dentro de um condomínio. Em seu novo habitat, o morador precisa encontrar o equilíbrio para uma postura cidadã frente a vários fatores que estão ao seu redor, desde o respeito ao espaço e sossego do outro, até a colaboração com o descarte correto do lixo (como a coleta seletiva e também de óleo de cozinha), a preservação da pintura do prédio, o uso da água de forma consciente etc. Ele deve ainda apresentar dicas e soluções no apoio aos seus gestores, eliminando antigos valores viciados, principalmente aquele de que ‘se eu pago, eu tenho direito a alguma coisa ou ação’.
Já há alguns anos, em vários condomínios, além da figura do síndico, subsíndico e corpo diretivo, têm sido criadas comissões entre os moradores, com intuito de apoiar seus principais gestores, com soluções e inovações a todo o momento, melhorando continuamente as operações condominiais e o convívio coletivo entre os moradores.
É importante lembrar que, ao morar em condomínio, mantemos alguns de nossos sagrados direitos, como o de propriedade, mas temos, na mesma proporção, muitos atuais deveres a serem seguidos e desenvolvidos, entre eles, nossa responsabilidade monetária em manter o prédio sempre em ordem e o compromisso de contribuirmos para uma convivência de moradia saudável e consciente com nossos vizinhos”.
Antes de adquirir seu apartamento ou casa em condomínio, é interessante observar sua Convenção Coletiva e avaliar o custo benefício estabelecido pelos direitos e deveres que são as regras de convivência dos moradores. Fica a dica.

Autor(a): Da Redação

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