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Viva Vida Mulher atende dependentes de álcool e drogas

Geral Comentários 05 de outubro de 2012

Unidade inaugurada pela Secretaria de Desenvolvimento Social é o primeiro espaço para atendimento a mulheres dependentes químicas


A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social lançou na última quarta-feira,3, o Viva Vida Mulher – Projeto Esperança, a primeira casa especializada para mulheres que precisam de tratamento contra a dependência química. O programa será desenvolovido em instalação própria, localizada no setor Chácara Residencial Morumbi.
Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Francisco Rosa, houve um aumento significativo na procura de tratamento por pacientes do sexo feminino. A Associação Missionária Esperança é a principal parceria do projeto. O seu coordenador, Rodrigo Gomes, destacou que a casa não vai fazer apenas o acolhimento das mulheres, mas também prestar todo o apoio social e promover atividades terapêuticas às mulheres inclusas no programa. “Vamos dar todo o suporte que normalmente uma comunidade terapêutica oferece”, comentou.
O programa é executado em um espaço verde ideal para o acolhimento de pessoas em risco social. Os principais objetivos do Viva Vida Mulher – Projeto Esperança são oferecer um espaço para promover o bem-estar e estimular suas potencialidades para sua recuperação. Serão realizados atendimentos psicossociais e incentivos de reinserção social das pacientes. As ações visam garantir um suporte socioassistencial aos usuários e às suas famílias e oferecer um tratamento clínico em parceria com a rede municipal de saúde.

Tratamento
O tratamento terá a duração de nove meses e contará com os trabalhos das secretarias municipais de Saúde e Educação. As interessadas em participar do projeto devem passar por uma triagem, realizada por uma equipe especializada que será instalada na Praça Americanos do Brasil.
Pesquisas indicam que as mulheres são mais vulneráveis as consequências médicas do consumo de álcool e drogas e com maior incidência de tentativas de suicídio. Embora o problema das drogas esteja mais presente entre homens, as mulheres constituem um grupo crescente e um subgrupo vulnerável, já que muitas estão envolvidas com a maternidade.

Autor(a): Da Redação

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