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Vias internas do DAIA estão cheias de buracos e geram reclamações

Geral Comentários 12 de janeiro de 2018

Situação causa desconforto e prejuízos para quem trafega pela região, principalmente, de veículos pesados


“Se nenhuma providência for adotada pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás, algumas ruas do Distrito Agro Industrial de Anápolis terão que ser interditadas muito em breve, por absoluta falta de condições de tráfego”. O alerta foi feito pelo presidente executivo do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás, Marçal Henrique Soares. Ele garantiu que a crítica situação em que algumas ruas se encontram causa prejuízos para muitas empresas, especialmente as que se localizam nas VPR1 e VPR3, onde a quantidade de buracos no asfalto dificulta a passagem de carros e de caminhões que fazem o escoamento da produção e a entrega de mercadorias e insumos nas indústrias instaladas nestes locais.
Maçal Henrique revelou que a estatal não o atende mais quando ele procura os dirigentes da empresa para insistir nos vários pedidos “feitos com frequência há mais de um ano”. Segundo ele, o último serviço de tapa-buracos que a empresa fez nas ruas do DAIA já passa de um ano. “De lá para cá, a situação só piorou”, resume o presidente executivo do Sindifargo afirmando que a omissão da CODEG “contraria a ênfase que o Governador Marconi Perillo deu ao criar a estatal, que seria de alavancar o desenvolvimento das indústrias de Goiás”.
Marçal Henrique revelou que no último contato telefônico que teve com o diretor técnico da Companhia, Izelman Oliveira, lhe foi passada a informação de que a empresa não dispunha de recursos para executar os reparos necessários. “Ofícios já desistimos de encaminhar porque não recebemos sequer uma resposta”, acrescentou. E, ressaltou que a situação das ruas se agrava com a intensificação do período de chuvas, o que aumenta o número e a profundidade dos buracos. Ele não concorda com a justificativa que lhe foi apresentada de que a empresa não tenha recursos para realizar o serviço.
“Se não tem recursos para fazer reparos nas ruas do DAIA, por que a CODEGO tem verba para a manutenção de rodovias?”, questiona o presidente executivo do Sindifargo. Ele lembra que o Distrito é, hoje, uma fonte de renda para o Governo. Segundo Marçal Henrique, todas as empresas do DAIA pagam à CODEGO pela água que consomem e pelo esgoto que nelas é coletado. “É uma justificativa que não convence pois o que reivindicamos não é um serviço caro”. De acordo com Marçal, de 2015 para cá o pagamento pelo consumo de água e pelo serviço de coleta e tratamento de esgoto foi reajustado em mais de 100% “segundo justificou a empresa, para fazer frente às despesas com a manutenção do DAIA”.

SOCORRO
Sem perspectiva de quando as ruas do Distrito serão recuperadas, Marçal Henrique diz que decidiu acionar a imprensa, na tentativa de fazer com que o Governador Marconi Perillo tome conhecimento do problema “e puxe a orelha de seus subordinados” para que ele seja solucionado o mais rápido possível. “Estamos pedindo socorro”, disse o presidente executivo do Sindifargo reafirmando que a situação tende a se agravar ao ponto de ser necessário interditar as ruas mais esburacadas, devido às dificuldades que os carros de funcionários e visitantes, além dos veículos de carga enfrentam para chegarem às empresas. Ele defende a realização de um serviço de tapa-buracos de qualidade para suportar o tráfego pesado em todas as ruas do Distrito. “Serviço de baixa qualidade não resolve o problema porque sua duração é de muito pouco tempo”, garantiu.
Para Marçal Henrique, além da dificuldade em transitar nas ruas em situação mais crítica, proprietários de veículos têm muitos prejuízos por conta de danos causados pelos buracos. “E, esta situação só tende a se agravar”, observou Marçal Henrique, pois o período de chuvas ainda demora a chegar ao fim, aumentando, por essa razão, a quantidade de buracos em todas as ruas do distrito.
O líder sindical entende que a CODEGO trata o DAIA com descaso. “Até as lâmpadas queimadas do sistema de iluminação pública do Distrito demoram muito para serem trocadas”, disse. E, denunciou que, em algumas ruas, a troca de lâmpadas demora, até, dois anos. “Isso é ou não um descaso?”, questiona, ao lembrar que muitas empresas funcionam em três turnos, mantendo o intenso fluxo de veículos dia e noite.
A reportagem entrou em contato com a CODEGO, mas foi informada que o seu diretor técnico, Izelman Oliveira, não se encontrava na empresa, segundo uma funcionária que não quis se identificar, a pessoa responsável pelo setor e a única que poderia falar sobre o assunto. Até o fechamento desta edição, ele não havia retornado o contato com o Jornal.

Autor(a): Ferreira Cunha

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