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Vacina contra aftosa atinge 99,52% em Goiás

Geral Comentários 17 de janeiro de 2014

Segundo a Agrodefesa, há 18 anos não se verifica focos de febre aftosa no Estado


De acordo com o relatório da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), o índice vacinal superou as expectativas da segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa, realizada em novembro de 2013. O Relatório de Vacinação Antiaftosa Estadual (VA-1) aponta que foram vacinados 99,52% dos bovinos e bubalinos.
Há 18 anos não se verifica um único foco de febre aftosa em Goiás. Há treze anos o Estado recebeu de organizações internacionais o Certificado de Zona Livre de Aftosa com Vacinação. Estima-se que em, no máximo dois anos, Goiás receba o Certificado de Zona Livre de Aftosa sem Vacinação. Isto significa que a doença estará definitivamente erradicada.
Para o gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Antônio Leal, esse recorde no Estado é resultado do trabalho das Unidades Operacionais Locais da Agrodefesa, que são coordenadas pelo Programa Estadual de Enfermidades Vesiculares (PEEV). “Mas também contamos com a conscientização dos produtores rurais”, destaca.
O presidente da Agrodefesa, Antenor Nogueira, destaca que os índices vacinais “demonstram que estamos no caminho certo para realizar o sonho do governo e dos pecuaristas goianos de uma conquista em breve para o o status de área livre de febre aftosa sem vacinação”.
Outras informações destacadas no relatório da Agrodefesa são altos índices de vacinação atingidos em relação à brucelose e à tuberculose. “Nesses casos, os avanços se revestem de significado especial por se tratar de zoonoses, isto é, de doenças que são transmissíveis ao seu humano”, lembra o presidente.

Cadastro
Para tornar as informações cada vez mais precisas e confiáveis, a Agrodefesa está realizando uma minuciosa depuração de seus dados cadastrais. Segundo o presidente, a Gerência de Tecnologia da Informação da Agência detectou um grande número de propriedades constantes do cadastro que não existem mais. Principalmente de assentamentos rurais e mini-produtores.
“Estamos cruzando os dados com os de outras instituições para excluirmos as propriedades inexistentes, de tal forma que já em março, tenhamos um cadastro à altura do serviço de defesa agropecuária goiano, com 100% de confiabilidade”, diz. Para ele, todas essas “iniciativas nos dão a certeza de que continuaremos atraindo o interesse internacional para os nossos produtos, bem como a garantia de que Goiás estará sempre na vanguarda, como um Estado diferenciado em controle e inspeção”.

Autor(a): Da Redação

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