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Uso de internet no celular cresce em Goiás

Geral Comentários 29 de abril de 2015

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios revelam crescimento da internet móvel e fixa nos lares dos goianos


A Pnad 2013 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) constatou que 49,4% da população de 10 anos ou mais de idade (85,6 milhões de pessoas), no Brasil, tinham se conectado à Internet e 48,0% (31,2 milhões) dos domicílios possuíam acesso à Internet. Já no estado de Goiás, o percentual acompanhou o nacional sendo que 49,4% da população de 10 anos ou mais de idade (2,8 milhões) tinham se conectado à Internet e 43,5%(0,9 milhão) dos domicílios possuíam acesso à Internet.
O microcomputador foi o principal meio de acesso à Internet nos domicílios de Goiás (88,5%), mas o acesso via telefone móvel celular estava presente em 51,6% dos domicílios do estado, enquanto o tablet em 13% deles. A banda larga estava presente em 97,0% (0,91 milhão) dos domicílios com Internet, sendo que 74,8% (0,70 milhão) conectavam-se em banda larga fixa e 43,3% (0,41 milhão) em banda larga móvel.
Nos 2,1 milhões de domicílios com televisão no estado de Goiás (97,2% do total), foram contabilizados 3,0 milhões de aparelhos, sendo 37,3% (1,1 milhão) de tela fina e 62,7% (1,9 milhão) de tubo. Entre os domicílios com televisão no estado de Goiás, 27,1% recebiam sinal digital de TV aberta, enquanto a antena parabólica estava presente em 52,5% dos domicílios com televisão.
Essas e outras informações integram o suplemento Acesso à Internet e à Televisão e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, da Pnad 2013, realizado em convênio com o Ministério das Comunicações. Nesta terceira edição do suplemento, foram investigados, pela primeira vez, o número e o tipo de televisores (tela fina ou tubo) por domicílio, a recepção do sinal digital de televisão aberta, televisão por assinatura e antena parabólica, além dos equipamentos utilizados para acessar a Internet (celular, tablet, computador, TV ou outro equipamento eletrônico) e o tipo de conexão utilizada (sinal de rede celular - 3G ou 4G; discada e/ou banda larga).

Estudantes
Os estudantes que utilizavam a Internet em Goiás (1,0 milhão) representavam 35,4% do total dos usuários da Internet. Do total dos estudantes goianos (1,2 milhão), 80,2% utilizavam a internet. Mais da metade (52,4%) das pessoas com renda de 1 a 2 salários mínimos utilizaram a Internet A Pnad constatou que a proporção de pessoas que utilizavam a Internet em Goiás é crescente conforme a classe de rendimento domiciliar per capita, indo de 30,8% na classe dos sem rendimento a ¼ do salário mínimo, até 78,8% na classe de mais de cinco salários mínimos. A partir da classe um a dois salários mínimos per capita, os percentuais foram acima de 50%. Na classe dos sem rendimento a ¼ do salário mínimo ficou acima da média nacional, (23,9%).
No estado de Goiás, a análise por situação de ocupação revelou que mais da metade (53,2%) dos ocupados utilizavam a Internet, enquanto entre os não ocupados a proporção foi de 44,2%. Em 2013, 27,1% dos domicílios com televisão em Goiás recebiam sinal digital Em 2013, Goiás tinha 2,2 milhões de domicílios particulares permanentes, dos quais 2,1 milhões (97,2%) possuíam televisão. Foram contabilizados 3,0 milhões de aparelhos de televisão, sendo 37,3% (1,1 milhão) de tela fina e 62,7% (1,9 milhão) de tubo.
A recepção do sinal de televisão por antena parabólica estava presente em 52,5% (1,1 milhão) dos domicílios goianos com televisão, a televisão por assinatura chegava a 20,1% (0,4 milhão) dos domicílios e o sinal digital de televisão aberta estava em 27,1% (0,6 milhão) dos domicílios.

Celular
As estimativas da PNAD 2013 mostraram que o contingente de pessoas de 10 ou mais anos de idade que tinham telefone móvel celular para uso pessoal era de 4,6 milhões, o que correspondia a 83,4% da população goiana, ficando acima do percentual nacional, que foi 75,2%. Entre as pessoas economicamente ativas (ocupados e desocupados), a proporção de celulares em Goiás foi de 91,8%, percentual acima do nacional, que ficou em 84,6%. Entre aqueles não ocupados, o percentual foi de 71,7%, acima do nacional (63,3%).
A análise do percentual de pessoas que tinham telefone móvel celular, segundo as classes de rendimento mensal domiciliar per capita, mostrou que a posse do celular crescia à medida em que o nível de rendimento aumentava. Assim, em 2013, enquanto entre as pessoas sem rendimento ou com rendimento de até ¼ do salário mínimo 69,8% tinham celular, esta proporção era de 96,2% entre as pessoas com rendimento domiciliar per capita acima de 5 salários mínimos. Já no cenário nacional, apenas 49,1% das pessoas sem rendimento ou com rendimento de até ¼ do salário mínimo possuíam telefone móvel celular em 2013. (Com informações da Supervisão de Documentação e Disseminação de Informações/IBGE-GO)

Autor(a): Da Redação

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