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Uma obra de encher os olhos e um marco para a economia de Goiás

Especial Comentários 05 de outubro de 2013

Transporte de carga aérea vai aumentar competitividade das empresas goianas que vendem produtos de maior valor agregado


Pouca gente tem ideia da dimensão que é a obra do Aeroporto de Cargas, não apenas pelo número de máquinas, de trabalhadores envolvidos e do seu porte, mas também a sua importância para a macroeconômica para Goiás. É, de fato, uma obra de encher os olhos. Só para se ter uma ideia, o canteiro já chegou a trabalhar com 146 máquinas e 220 trabalhadores. Milhares de toneladas de terra foram movimentadas para dar configuração ao terreno da pista que terá 3.200 metros de extensão e suportará 420 toneladas de peso, ou seja, as aeronaves cargueiras de maior porte que vão transportar mercadorias de maior valor agregado, aumentando a competitividade das empresas, com a redução de custo de movimentação.
Segundo João Bosco Adorno, coordenador do grupo de trabalho responsável pela implantação ao Aeroporto de Cargas e da Plataforma Logística Multimodal, a obra recebeu o selo do PAI - Plano de Ação Integrada de Desenvolvimento, o que, conforme disse, assegura prioridade no desenvolvimento de todos os processos referentes ao seu andamento. O Aeroporto estará praticamente acoplado com a Plataforma Logística Multimodal e dará condições para que o escoamento da produção seja feito por três diferentes sistemas: o rodoviário, o ferroviário e o aéreo.
Mas, voltando à obra, outros números chamam a atenção: o asfalto que está sendo colocado em uma parte da pista de dois quilômetros, que será utilizada pelo Aeroporto Civil durante parte do andamento da obra, terá 20 centímetros de base e uma camada superior para impermeabilização de cerca de 10,5 centímetros. João Bosco ressalta que o asfalto CBUQ (Composto Betuminoso Usinado à Quente) está sendo produzido no próprio canteiro com um maquinário moderno, que produz a massa por peso para garantir maior qualidade. Cerca de 60 mil toneladas de brita compõem o cenário do local, que tem uma movimentação frenética de caminhões e maquinário pesado. Coisa pouco comum de se ver.
Além dos mais de 3,2 mil de comprimento da pista principal, a mesma terá 75 metros de largura, sendo 30 metros (15 de cada lado) de “stop way”, uma espécie de pista de desaceleração de emergência que funciona como área de escape. O pátio de estacionamento de aeronaves terá 40 mil metros quadrados em concreto. No momento, informou João Bosco, cerca de 90 por cento do serviço de terraplanagem já foi concluído, estando em preparação para ser pavimentado.
No total, a obra está estimada em R$ 200 milhões, uma parte custeada pelo Governo do Estado e, a outra, aportada pela iniciativa privada, principalmente, na etapa do projeto que envolve a parte operacional.

Autor(a): Claudius Brito

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