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Geral Comentários 22 de julho de 2011

Notas Gerais


Internet barata
O início do plano de Internet banda larga do governo deve gerar um aumento na oferta do serviço suficiente para pressionar as empresas a cobrarem valores abaixo dos previstos, afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. 'A minha previsão, com toda a sinceridade, é que as empresas não vão conseguir vender a 35 reais (por 1 megabit/segundo), porque vai ter mais oferta', disse Bernardo. Segundo ele, apenas 27 por cento dos domicílios brasileiros têm acesso à Internet e nos próximos 60 dias empresas que firmaram contratos para participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deverão começar a oferecer a conexão de velocidade de 1 Mbit/s por 35 reais.

Água mais cara
Consumidor poderá ter que enfrentar contas de água mais caras, caso o setor seja privatizado. Esta é a avaliação das organizações sociais que participaram de seminário que discutiu ideias sobre como a população pode se organizar para impedir a venda das empresas. A elevação dos custos aconteceria pela própria lógica do sistema privado, que adota um modelo de reajuste estabelecido em preços internacionais. Representantes das organizações já preveem um aumento imediato nos preços. Segundo o Movimento dos Atingidos por Barragens, 90% da rede de distribuição de água no País têm o controle de empresas públicas, com uma cobertura de quase 100% das grandes e médias cidades.

Planos de saúde
Laboratórios médicos, hospitais e clínicas odontológicas poderão ser obrigados a oferecerem atendimento a, no mínimo, três bandeiras de planos de saúde. Pelo Projeto de Lei 559/11, do deputado Lindomar Garçon (PV-RO), os estabelecimentos poderão descredenciar as empresas inadimplentes, mas devem atender a, pelo menos, três planos. Quem contrata o plano poderá saber quais são as empresas que irão atendê-lo. Já o contratando, por sua vez, deverá informar quais as empresas que atendem o convênio. A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Classes médias
Baseado em dados da Fundação Getulio Vargas, o diário econômico britânico Financial Times publicou uma matéria focando, sobretudo, na evolução da classe média brasileira ao longo dos anos. O texto também ressalta os impactos dos programas sociais, elaborados pelo governo, no sentido de melhora na situação dos brasileiros. O jornal discorre sobre a coexistência de duas classes médias no Brasil: a tradicional, que tem uma renda doméstica mensal superior a R$ 5.174, e a nova classe média, que ganha entre R$ 1.200 e R$ 5.174. O jornal afirma que o grupo inserido na nova classe média é o que mais vem se beneficiando com os programas sociais elaborados pelo governo.

Carla Bruni
A esposa do presidente francês Carla Bruni Sarkozy, 44, informou em nota oficial que pedirá uma indenização, destinada a uma associação de órfãos da Marinha Francesa, a uma revista que publicou fotos sua junto a esposas de militares sem autorização. A assessoria da esposa de Nicolas Sarkozy, que está grávida, explicou à AFP que não se trata de um processo judicial contra a revista Gala e sim de um pedido de indenização. Em 14 de julho, por ocasião da festa nacional francesa, Bruni recebeu no Forte de Bregançon, residência de veraneio do chefe de Estado francês, as esposas de dez marinheiros embarcados no porta-aviões "Charles de Gaulle" e no navio "Tonnerre".

Menos detentos
A reforma no Código de Processo Penal, em vigor desde o início deste mês, já causa reflexos nas prisões paulistas. Em duas semanas, houve redução de cerca de 1.800 detentos. Em média, a cada dia, enquanto cem detentos eram libertados, 137 presos chegavam ao sistema prisional paulista antes da reforma no Código de Processo Penal. Com a diferença diária de 37 detentos a mais por dia. Em 4 de julho, a população carcerária em São Paulo era de 177.520 pessoas. Com a nova lei, que apresenta medidas alternativas para quem está sendo acusado de cometer crimes cuja pena seja inferior a quatro anos de prisão, as 149 prisões paulistas passaram a registrar 175.752 detentos.

Autor(a): Nilton Pereira

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