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Geral Comentários 06 de novembro de 2014

Notas Gerais


Lavagem de dinheiro
O Banco Central informou nesta quinta-feira, 6, que está desenvolvendo sistemas que vão permitir o aprimoramento de critérios relativos à prevenção à lavagem de dinheiro e ao combate do financiamento ao terrorismo observados pelas instituições de pagamento em geral. A autoridade monetária nacional disse que "racionalizou" as informações obrigatórias exigidas para a abertura de contas de pagamento, além de ter alterado o valor máximo aplicado para identificação simplificada de contas pré-pagas, passando de R$ 1,5 mil para R$ 5 mil com o objetivo de reduzir custos de observância.

Frustrações do PT
Apontados no começo da campanha eleitoral como as principais apostas do PT nas disputas pelos governos estaduais deste ano, os senadores Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR) e o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (SP), derrotados no 1.º turno, deixaram uma dívida de R$ 42,9 milhões. O mais endividado é o paulista, que terminou a campanha devendo quase R$ 25 milhões e ficou em terceiro lugar, atrás do governador Geraldo Alckmin (PSDB), reeleito no 1.º turno, e do empresário Paulo Skaf (PMDB). Padilha declarou ao TSE que arrecadou R$ 15,5, mas gastou R$ 40,2 milhões.

Dilma e a inflação
A presidente Dilma Rousseff reconheceu na quinta-feira, 06, que o aumento da inflação no Brasil é um problema e prometeu realizar cortes nos gastos governamentais para ajudar a controlar o aumento dos preços. Ela afirmou que o governo vai ter de apertar o controle sobre a inflação. "Temos um problema interno com a inflação", disse Dilma, segundo a Folha. "Vamos ter de apertar o controle da inflação." Dilma também teria afirmado que "sempre haverá gastos para cortar" e sinalizou que o controle da inflação será feito por meio de cortes de gastos, e não somente com a elevação da taxa de juros.

Contra o acordo
Depois da reunião entre parlamentares da oposição e do governo para impedir que políticos fossem convocados para depor na CPI mista da Petrobras, o PSDB divulgou nota afirmando que "não pactua com qualquer tipo de acordo que impeça o avanço das investigações". Na nota, o PSBD ainda garante que, por ter lutado pela instalação da CPI mista, irá "a fundo na apuração do chamado 'Petrolão' e na responsabilização de todos que cometeram eventuais crimes, independentemente da filiação partidária". Mas, o líder do PSDB na Câmara Federal, deputado Carlos Sampaio, participou do acordo.

Governador cassado
O Tribunal Regional Eleitoral de Roraima cassou o mandato do governador Chico Rodrigues (PSB), a menos de dois meses do fim do governo, sob a acusação de crime eleitoral. Os juízes entenderam que, na campanha de 2010, a chapa que tinha Rodrigues como vice e venceu as eleições daquele ano realizou gastos ilícitos. Conforme a representação feita pela coligação "Pra Roraima voltar a ser feliz" e pelo PP, houve contratação de pessoal de forma irregular. Mais da metade do valor gasto na campanha foi sacado na boca do caixa, por meio de cheques emitidos em favor dos candidatos.

Nova CPI?
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou na quinta-feira (6) que vai articular a criação de uma nova CPI mista da Petrobras em 2015 para investigar as denúncias de corrupção envolvendo a estatal, caso a comissão atual encerre suas atividades sem apresentar resultados claros. "Vamos cobrar que as investigações continuem", disse Aécio Neves. Na sua volta ao Senado após a derrota pela disputa à Presidência, o senador mineiro condicionou o estabelecimento de um diálogo com o governo da Presidente Dilma Rousseff à investigação das denúncias contra a estatal petrolífera.

Autor(a): Nilton Pereira

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