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Geral Comentários 23 de dezembro de 2011

Notas Gerais


Pintinhos polêmicos
Uma assessoria de marketing de Goiânia enviou caixas com pintinhos vivos para 20 clientes como lembrança de fim de ano. Na tampa, lê-se: "Piu Piu! Eu sou como o ano que vem por aí, saudável e novo. Cuide bem de mim!". A estratégia da empresa causou polêmica nas redes sociais. Na página da agência no Facebook, por exemplo, havia mais de cem comentários criticando a iniciativa. A maioria dizia que, quando as aves crescerem, serão um problema e que "animal não é presente". Rosenval Ferreira, 62, um dos proprietários da agência, afirmou que não esperava que a ação repercutisse negativamente. "Se eu soubesse que daria essa polêmica, claro que não faria isso", diz.

Mordomia familiar
O deputado federal Duarte Nogueira (SP), líder do PSDB na Câmara, paga com dinheiro público um motorista particular que atende a seus filhos no interior paulista. José Paulo Alves Ferreira, conhecido como Paulo Pedra é, desde julho, contratado como secretário parlamentar pelo gabinete do deputado tucano, com salário que pode chegar a R$ 1.900,00, a depender de gratificações. O expediente é cumprido em Ribeirão Preto, base eleitoral de Nogueira e onde moram os filhos. O deputado confirmou que o motorista atende a seus filhos, mas só "fora do horário comercial" e quando o parlamentar não está em Ribeirão Preto. Ele afirmou "não ver nada demais nisso".

Mortes de jornalistas
Pelo menos 66 jornalistas foram mortos no mundo todo em 2011, muitos deles ao cobrirem as revoluções árabes, a criminalidade no México e os distúrbios políticos no Paquistão, disse a ONG Repórteres Sem Fronteiras. Pelo segundo ano consecutivo, o Paquistão foi o país mais perigoso para o exercício do jornalismo, com dez profissionais mortos. No Oriente Médio, o número de jornalistas mortos dobrou neste ano, chegando a 20, e a América Latina teve um número semelhante de mortos. China, Irã e Eritréia continuam sendo os países com mais jornalistas presos, disse a ONG, sem citar números nesse quesito. No ano passado, 57 jornalistas foram mortos no exercício da profissão.

Moradores de favelas
Dados do IBGE revelam que, em 2010, 6% da população brasileira vivia em favelas e similares. Isso significa que 11,4 milhões dos 190 milhões de habitantes do País moravam em áreas de ocupação irregular e carência de serviços públicos ou urbanização. O Censo identificou 6.329 favelas e similares, que somavam 3,2 milhões de domicílios, distribuídas por 323 municípios. Entraram no levantamento apenas as áreas que concentravam, ao menos, 51 domicílios nessas condições. A região Norte tem a maior proporção de moradores em favelas, palafitas e similares - 12% da população local. Depois, vêm o Sudeste (7%), o Nordeste (6%), o Sul (2%) e o Centro-Oeste (1%).

Vendas de brinquedos
A indústria registrou aumento de 8% nas vendas de brinquedos ao varejo no Natal deste ano, na comparação com mesmo período do ano passado, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos. O presidente da entidade, Synésio Batista da Costa, atribui o aumento da produção de 6% em relação a 2010, à manutenção dos preços de anos anteriores e à retomada de mercado dos importados chineses (2% no período). O Natal representa 30% das vendas de brinquedos no ano. O Dia das Crianças, 40%. O setor deve faturar, em 2011, R$ 5,7 bilhões, alta de 8% em relação a 2010. O setor de brinquedos é composto por 442 indústrias que empregam 28 mil trabalhadores.

Déficit previdenciário
O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, disse que a expectativa é de que o déficit da Previdência em 2011 fique em R$ 36 bilhões. Esse valor pode ser explicado pelo bom resultado da arrecadação. De dezembro do ano passado até novembro deste ano, o déficit somou R$ 37,5 bilhões. O setor urbano teve superávit de R$ 19,9 bilhões e o setor rural um déficit de R$ 57,5 bilhões. A arrecadação urbana em dezembro sempre é superavitária. Na medida em que há um aumento de contribuintes, há um aumento da arrecadação. Quando há aumento de emprego a arrecadação sobe. Até agora não houve queda do número de vagas e, sim, houve um ritmo menor nas contratações.

Autor(a): Nilton Pereira

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