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Geral Comentários 18 de novembro de 2011

Notas Gerais


Nova “arma”
Estudo apresentado nesta semana no congresso da American Heart Association, em Orlando, nos EUA, mostra que um novo remédio conseguiu aumentar os níveis do chamado colesterol bom, o HDL, e baixar as taxas do ruim, o LDL. Quando combinado aos remédios já usados para baixar colesterol, o evacetrapib mais que dobrou os níveis de colesterol bom e reduziu em até 35% o colesterol ruim, além de diminuir os triglicérides, outro indicador de risco cardíaco que é medido em exames de rotina. O remédio pertence a um grupo de substâncias que inibem uma proteína que transfere colesterol do HDL para o LDL, aumentando a proteção contra o entupimento dos vasos.

Contratos de risco
Os bancos brasileiros têm US$ 16,4 bilhões em títulos públicos e privados dos países da zona do euro, diz relatório do BIS (BC dos BCs). São papéis que, além de risco cambial (tem valor nominal em euro), mudam ao sabor do aumento da probabilidade de calote nas economias europeias. Só com Portugal, Espanha e Itália, os bancos brasileiros tinham "a receber", respectivamente, US$ 1,542 bilhão, US$ 1,690 bilhão e US$ 525 milhões em junho, último dado do BIS. Os três países fazem parte do grupo conhecido como Piigs (sigla para Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha), que tiveram explosão na percepção de risco e nas taxas pedidas pelo mercado para a rolagem de suas dívidas.

Terrorismo na Copa?
Além do risco de alguns estádios não ficarem prontos para a Copa do Mundo em 2014, outro fantasma ronda a Confederação Brasileira de Futebol: A Polícia Federal trabalha com o cenário de "risco elevado" para atos de terrorismo na abertura da Copa de 2014, quando os olhos do mundo estarão voltados para a capital paulista. Essa é a avaliação do superintendente da PF em São Paulo, o delegado Roberto Troncon Filho, 49. Especializado no combate ao crime organizado desde 2004, Troncon Filho também criticou na entrevista as alterações no projeto de lei sobre lavagem de dinheiro e defendeu o uso de algemas em ações policiais de risco durante a realização da Copa.

Collor procurado
A Justiça de Alagoas tenta, há dois anos, notificar o ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) sobre uma ação de cobrança de Rosane Malta Collor de Mello, sua ex-mulher. O oficial de Justiça fez oito tentativas para encontrá-lo em Maceió. Não conseguiu em nenhuma delas. Rosane cobra do ex-marido - de quem se separou em 2005, após 22 anos de casamento - uma dívida de R$ 280 mil, referente à diferença no valor da pensão paga por Collor durante dois anos. Em 2007, o Tribunal de Justiça fixou em 30 salários mínimos (R$ 16.350) o valor da pensão. Como Collor pagava até então um valor inferior, Rosane quer agora receber o retroativo da diferença.

Contrabandistas
Uma ação da Polícia Federal deflagrada em seis estados prendeu, pelo menos, 22 pessoas. A Operação Láparos tem como objetivo desbaratar uma quadrilha de contrabando que agia nas regiões de fronteira e contava com a participação de policiais no esquema. Foram expedidos 150 mandados de busca e apreensão e 108 de prisão preventiva, dos quais 43 são contra policiais. Os mandados foram cumpridos no Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia e Mato Grosso. Em 14 meses de investigação, a PF apreendeu três milhões de pacotes de cigarros, 6,5 toneladas de agrotóxico, contrabandeados do Paraguai, 109 caminhões, 79 carros e 13 embarcações.

Discriminação
Além de ter menos acesso a planos de saúde do que brancos, os negros, também, sofrem uma "discriminação institucionalizada" nos serviços públicos de saúde, diz o diretor do Fundo Baobá, Athayde Motta. "De alguma forma, os serviços do Estado reproduzem o preconceito de parte da sociedade. Onde a maior parte da população é negra, o serviço tende a ser pior", diz. A tese defendida por Motta, diretor do Fundo Baobá, uma ONG que viabiliza projetos que promovam a equidade racial, já foi sentida por Marcelo Antonio de Jesus, educador em uma ONG em São Paulo, 36 anos. Ele diz que durante exames, notou "que há o receio de alguns médicos de tocar o doente, por ele ser negro".

Autor(a): Nilton Pereira

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