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Geral Comentários 09 de setembro de 2011

Notas Gerais


Gasolina barata
O Banco Central do Brasil manteve a projeção de uma "reversão parcial" do aumento de 6,3% no preço da gasolina verificado até julho. Na ata do Copom (Comitê de Política Monetária) que foi divulgada nesta quinta-feira (8), a instituição financeira diz que espera uma alta acumulada de 4% neste ano, mesma projeção divulgada na reunião anterior do Copom, no último Mês de julho. Isso significa que os preços irão recuar entre aquele mês e dezembro. A estimativa para o reajuste no preço do gás de botijão também foi mantida, neste caso, em 0%. As projeções de reajuste das tarifas cobradas no sistema de telefonia fixa e eletricidade continuam em 0,9% e 4,1%, respectivamente.

Novo imposto
O staff político do Governo Federal já se movimenta para o embate da emenda 29, que regula os recursos para a Saúde, no Senado. Se ali tentarem ressuscitar a exigência de que o governo destine 10% de sua arrecadação à saúde, emissários do Palácio do Planalto entrarão em campo com um recado claro: para bancar esse dispositivo, criado por Tião Viana (PT-AC) em 2008, será preciso que se crie um novo imposto. Caso o Senado não aceite patrocinar a volta da CPMF (Contribuição Provisória de Movimentação Financeira) ou similar, a base de Dilma Rousseff será orientada a engavetar a emenda 29 até que se encontre uma fonte alternativa para o financiamento.

Os investimentos
Fundos de investimentos do tipo Renda Fixa e DI foram os principais alvos dos investidores no mês de agosto, enquanto fundos que aplicam em ações e dólar tiveram perda de patrimônio, no mesmo período, conforme acompanhamento da Anbima (associação que reúne bancos e demais gestores de investimentos). Segundo o balanço da Anbima, os fundos Renda Fixa e DI tiveram captação líquida de R$ 3 bilhões cada (considerando aplicações menos resgates) em agosto, um mês "gordo" para a indústria de fundos brasileira: a captação líquida total atingiu o valor recorde de R$ 7,89 bilhões, o mais alto para esse período, na série histórica desde que se criou a referida associação.

Ouro de Trípoli
O ditador líbio Muammar Gaddafi vendeu mais de 20% das reservas de ouro do país durante os últimos dias do regime, anunciou o presidente do Banco Central líbio, Qasem Azoz. Quase 29 toneladas de ouro, avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, foram vendidas a comerciantes locais. "O ouro foi negociado para pagar os salários e dispor de liquidez, em particular em Trípoli", declarou Azoz. Provavelmente o ouro foi levado da Líbia para a Tunísia. A venda aconteceu nos dias anteriores a 23 de agosto, quando as tropas rebeldes entraram na casa do ditador. O presidente do BC líbio informou que os ativos da instituição alcançam US$ 115 bilhões, sendo que US$ 90 bilhões estão no exterior.

Violação de direitos
O Governo quer votar, na Câmara, na próxima semana o projeto de lei que cria a Comissão da Verdade, grupo governamental que fará a narrativa oficial das violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988. Uma necessidade de novo aval ao texto pelos chefes militares havia surgido com a chegada de Celso Amorim ao Ministério da Defesa, no início do mês passado, mas o governo superou o obstáculo. As Forças Armadas e os partidos da oposição queriam ter a certeza de que o atual texto, com o qual já haviam concordado ainda na gestão de Nelson Jobim, não sofreria modificações. Falou-se, até, que as negociações voltariam à "estaca zero" com Amorim.

Menos álcool
Pesquisadores finlandeses estão recomendando que cerveja e outras bebidas com mais de 3,5% de teor alcoólico sejam banidas de mercados para conter mortes ligadas ao consumo de álcool. O estudo realizado por três institutos apontou que a restrição na venda de bebidas altamente alcoólicas na Alko, a loja de bebidas de monopólio estatal, teria salvado cerca de 350 pessoas por ano de mortes ligadas ao álcool. Três mil pessoas morrem na Finlândia todo ano por causa de doenças ou incidentes ligados ao consumo de álcool. A proibição seguiria os moldes da Suécia em 1977, que ajudou a evitar mortes. O limite atual da Finlândia para conteúdo alcoólico nos mercados é de 4,7%.

Autor(a): Nilton Lasmar

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