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UEG: Alunos invadem a Reitoria

Educação Comentários 14 de julho de 2013

Manifestantes bloquearam o acesso ao prédio da reitoria e das dependências administrativas da unidade


Todos os setores da Administração Central da Universidade Estadual de Goiás (UEG) não tiveram como cumprir expediente nesta quinta-feira, 11, devido a um protesto de alunos e professores que compõem o Movimento Mobiliza UEG. No início da manhã, os manifestantes fecharam o portão de entrada do prédio administrativo onde funcionam a Reitoria, as pró-reitorias e todos os setores administrativos essenciais aos serviços prestados pela Instituição.
Cerca de 300 funcionários não puderam entrar no prédio e serviços como os realizados pelo setor de processos financeiros e licitatórios tiveram que ser paralisados. Outro setor afetado foi o Núcleo de Seleção da UEG que começaria na quinta-feira a responder aos recursos impetrados pelos candidatos dos concursos públicos. Também tiveram que ser paralisadas as obras de adequação do espaço que irá receber o Restaurante Cidadão Universitário, pois os pedreiros da obra também foram impedidos de entrar para trabalhar.
Os manifestantes colocaram fogo em pneus em frente ao prédio administrativo e também na entrada da Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas (UnUCET) e ainda fecharam a BR 060, em direção a Goiânia, impedindo o fluxo normal de veículos na rodovia. Depois invadiram o prédio da Reitoria e ocupam a sala de reuniões da Reitoria.
O reitor da UEG, professor Haroldo Reimer, por telefone, informou que estava a caminho da sede administrativa da UEG em Anápolis, mas que foi impedido de chegar devido a um protesto que fechou a rodovia na saída de Goiânia, com uma manifestação do Movimento dos Sem Terra.

Reivindicações
A pauta de reivindicações dos estudantes é bastante extensa. Mas, sobretudo, diz respeito à estrutura dos cursos, uma vez que após o processo de expansão da universidade, muitos deles deixaram de receber investimentos e funcionam de forma precária em relação a biblioteca, laboratórios e uma série de outros equipamentos. Além da questão da autonomia financeira da instituição, que já é uma bandeira antiga. Desde o início deste ano, foram várias as manifestações dos estudantes no Campus de Anápolis, promovida pelo Diretório Central dos Estudantes.

Autor(a): Da Redação

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