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Trecho urbano no anel viário do DAIA apresenta muitos problemas

Geral Comentários 01 de maro de 2018

Residencial Boa Esperança corre o risco de ficar “ilhado”. Obra inacabada tem asfalto destruído e grandes erosões


Moradores dos setores Campos Elíseos, Jardim Alvorada e região e do Residencial Boa Esperança, que sonhavam com a obra do anel viário do DAIA (Distrito Agro Industrial de Anápolis) para acabar com os transtornos nos seus deslocamentos estão, na verdade, diante de um transtorno cada vez maior. Com o passar do tempo, a obra que não é concluída pelo Governo do Estado, acumula problemas, sobretudo, no trecho urbano que compreende o final da Avenida Presidente Vargas, nas proximidades da sede campestre do Clube Recreativo Anapolino (CRA) e a Rua C, do recém-construído Residencial Boa Esperança, vizinho ao Centro de Treinamento da Associação Atlética Anapolina.
Para completar o caos, o tráfego naquela região foi desviado para uma via municipal, conforme apontam moradores do local. Entretanto, com as chuvas, a passagem de água sobre o Ribeirão Extrema ameaçou rodar. O problema foi contornado com o envio de máquinas ao local pela empresa de engenharia Excel, que constrói as moradias do Residencial Boa Esperança. A via, conforme constatou a reportagem, é bastante movimentada, inclusive, por veículos pesados que utilizam a rota para chegarem até o Setor Industrial Munir Calixto e aos fundos da empresa CAOA/Hyundai, no DAIA. Por ali há, também, um número considerável de chácaras.
No final da Avenida Presidente Vargas não há drenagem e, por isso, muitas ruas próximas estão com difícil acesso. Além disso, há muita pedra e cascalho na pista, o que pode contribuir para causar algum tipo de acidente.
Já no trecho entre a Rua C e a Presidente Vargas, que faz parte do Anel Viário, a situação é, ainda, pior. O asfalto está destruído e há vários processos erosivos, inclusive, um buraco com mais de dois metros de profundidade, bem próximo à margem da pista. Nada lembra, no local, o que seria uma obra para ajudar a promover o desenvolvimento. Pelo contrário, a imagem é de abandono.
O anel viário do DAIA foi iniciado em 2013, com custo estimado em cerca de R$ 11 milhões. O Governo do Estado anunciou que fará a entrega da obra, em breve, com custo estimado de, aproximadamente, R$ 14,7 milhões.
A Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), informou que a obra do anel viário é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento do Estado de Goiás (Codego). A Prefeitura ficou de mandar resposta sobre os problemas nas áreas de competência do Município, mas até o fechamento da edição esta resposta ainda não havia sido encaminhada.

Autor(a): Claudius Brito

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