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TJ mantem sentença de homem que matou para roubar

Geral Comentários 25 de janeiro de 2018

Crime aconteceu há 12 anos em Anápolis e foi praticado na frente da namorada da vítima


Marcelo Alves Coutinho foi condenado a 20 anos de reclusão. Ele foi considerado culpado de matar João Batista Ferreira para roubar dele dinheiro e alguns pertences. A pena deverá ser cumprida em regime fechado. A decisão, unânime, é da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, tendo como relator o juiz substituto em 2º grau, Jairo Ferreira Júnior.
Conforme denúncia do Ministério Público do Estado de Goiás, a vítima convidou o denunciado para morar na residência dele, tendo em vista que o réu não tinha casa e nem família em Anápolis. No dia 04 de fevereiro de 2006, no Sítio de Recreio Vale das Laranjeiras, João Batista chegou em sua casa com a namorada Luana Cristina do Carmo, sendo surpreendido pelo denunciado que, com uma faca na mão, falou: “agora você vai me pagar tudo que você me deve”.
Ele exigiu da vítima tudo o que ela tivesse de valor, momento em que João Batista lhe entregou dois celulares, a carteira com seus documentos e a quantia de R$ 160. Consta, na peça acusatória, que a vítima, sem entender o que estava acontecendo, perguntou ao denunciado o que lhe devia. Porém, este, em silêncio, partiu para cima dela, desferindo-lhe uma facada na barriga.
Com o golpe, a vítima caiu ao chão, momento em que sua namorada tentou socorrê-lo, tendo o denunciado a empurrado e, utilizando-se de um caco de telha, golpeou a nuca da vítima, desferindo-lhe, ainda, mais três facadas, causando-lhe a morte.
O denunciado foi preso e o Ministério Público, então, ofereceu denúncia contra ele. Em primeiro grau, o juízo julgou procedente a denúncia, condenando Marcelo Alves pelo crime, previsto no artigo 157, do Código Penal. A defesa do acusado interpôs apelo e pediu a sua absolvição por fragilidade probatória e, ainda, a redução da pena.
Mas, o magistrado argumentou que a materialidade e a autoria do crime ficaram comprovadas no Laudo de Exame Cadavérico, Laudo Pericial de Local de Morte Violenta da vítima, bem como nos depoimentos das testemunhas, como o da sua namorada. De acordo com o Juiz Jairo Ferreira, não restaram dúvidas de que o crime foi caracterizado como latrocínio (matar para roubar). “A sentença dele não merece reparos, portanto, a condenação deve ser mantida pela prática do crime tipificado no artigo 157, do Código Penal”, enfatizou o magistrado.

Autor(a): Da Redação

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