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Terapias integrativas para pacientes com câncer

Saúde Comentários 12 de julho de 2018

Uma nova esperança para portadores de cãncer no Estado de Goiás


Prestar atendimento pré-hospitalar de urgência e com excelência à população o mais rápido possível. Essa é a missão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em todo o País, mas que, em muitas cidades, tem sua função desvirtuada por questões de falta de conscientização e prioridade. Em Anápolis, isso também acontece. Segundo levantamento das ligações recebidas pela Central de Regulação do Serviço, cerca de 40% dos chamados não são de urgência e emergência, o que interfere, diretamente, nos atendimentos necessários.
“É um número alto que impacta nas situações de urgência e emergência, pois a ambulância é encaminhada e neste mesmo momento, uma pessoa que realmente corre risco pode ter o seu atendimento prejudicado”, explica a coordenadora do órgão em Anápolis, Eliane Bento. São considerados serviços de urgência e emergência situações em que a pessoa corre risco de morte e/ou tem um agravo traumático ou clínico que requer encaminhamento para hospital.
O levantamento foi feito pela própria unidade, com consultoria do Ministério da Saúde, ao perceber-se a quantidade de ligações fora da área de urgência e emergência. Além disso, a Universidade Estadual de Goiás executa um projeto sobre acidentes no trânsito e, embora não seja o foco da pesquisa, também manifestou preocupação com o percentual de chamadas incorretas feitas ao serviço. “Queremos conscientizar a população sobre a necessidade de utilizar o SAMU corretamente”, esclarece a coordenadora.
Todo o trabalho executado tem por base atendimentos de urgência e emergência. Até a quantidade da frota é designada pelo Ministério da Saúde baseado nesses dados. Graças a uma ação da atual gestão foi possível, a partir de junho deste ano, ter novamente uma reserva técnica de ambulâncias. “Recebemos três novas viaturas. Isso significa que, se um dos veículos tiver algum problema, o nosso trabalho não será prejudicado”, diz Eliane Bento.

Estrutura
Atualmente, a frota do SAMU, em Anápolis, conta com duas ambulâncias de suporte avançado e quatro de suporte básico, além de duas motolâncias. Fazem parte da estrutura a sede com a Central de Regulação, na Avenida JK, e o posto de atendimento, na Vila Jaiara.
A Central de Regulação atende aos municípios que compõem a Regional Pireneus. Além de Anápolis, fazem parte Alexânia; Abadiânia; Campo Limpo; Gameleira de Goiás; Goianápolis; Terezópolis de Goiás; Cocalzinho de Goiás; Pirenópolis; Corumbá de Goiás, Padre Bernardo e Mimoso de Goiás. São quase 490 mil habitantes amparados pelo SAMU 192.

Autor(a): Da Redação

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