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Taxa de abertura de empresa em Goiás supera índice

Geral Comentários 05 de outubro de 2017

Crescimento foi de 17,4%, enquanto em nível nacional foi de 15,6%. Taxa de sobrevivência de empresas ficou em 82,6%


Entre 2014 e 2015, a taxa de saída das empresas (relação entre o número de empresas que fecharam e o total) em Goiás foi de 15,3% enquanto a taxa nacional foi de 15,7%, correspondendo a um total de 25,5 mil empresas que saíram do mercado Goiano. Por outro lado, a taxa de entrada (relação entre o número de entradas e o total) em Goiás foi de 17,4% em 2015, índice acima da Nacional que registrou 15,6% de taxa de entrada. Neste período, entraram em atividade 28,9 mil empresas em Goiás, o que representou um saldo positivo de 2,1% no número de empresas, pois entraram mais empresas do que saíram, enquanto que para o Brasil o saldo ficou 0,1% negativo.
Já a taxa de sobrevivência das empresas em Goiás (relação entre o número de empresas sobreviventes e o total) ficou em 82,6%, representando um total de 137,4 mil, enquanto a taxa nacional foi de 84,4% de empresas sobreviventes. Sendo assim, Goiás totalizou 166,3 mil de unidades locais ativas.
No embalo do crescimento de unidades locais, o total de ocupações assalariadas das empresas também cresceu. Goiás, em 2015, registrou a saída de 2,2% de pessoal ocupado nas empresas e 4,2% na entrada, ficando com um saldo de 2,0% positivo no aumento das ocupações assalariadas de unidades locais ativas, enquanto o Brasil acumulou, também positivamente, um saldo de 1,8% em 2015. As empresas que entraram foram responsáveis por 108,5 mil novas ocupações em Goiás.
Em 2015, as atividades com maior número de entradas de empresas em Goiás foram as de Eletricidade e gás (47,7%), de imobiliárias (30%) e as de profissionais, científicas e técnicas (24,6%). Já as maiores saídas de empresas ficaram por conta das atividades de administração pública, defesa e seguridade social (30,8%), construção (21,2%) e indústrias extrativas (18,6%).
As atividades de Indústrias extrativas, de Alojamento e alimentação e de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura tiveram maiores entradas de pessoal ocupado em Goiás, com taxas de 10,3%, 8,0% e 7,1%, respectivamente. Já as maiores taxas de saída de pessoal ocupado assalariado ficaram com as atividades de construção (4,1%), de alojamento e alimentação (3,4%) e outras atividades de serviços (3,3%).
Em Goiânia, no ano de 2015, as atividades com maiores entradas de unidades locais foram as atividades de eletricidade e gás (58%), de indústrias extrativas (32%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (31%), enquanto que as maiores saídas foram nas atividades de administração pública, defesa e seguridade social (43%), indústrias extrativas (36%), água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (20%) e construção (20%).
As maiores taxas de entradas de pessoal ocupado, em Goiânia, foram nas atividades de indústrias extrativas (19,0%), de alojamento e alimentação (9,0%) e outras atividades de serviços (6,0%), enquanto que as maiores saídas de pessoal ocupado foram nas outras atividades de serviços (4,4%), nas atividades de construção (4,0%) e de alojamento e alimentação (3,7%).

Autor(a): Da Redação

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