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Senador goiano integra comissão da reforma política

Política Comentários 11 de fevereiro de 2011

Demóstenes Torres defende número menor de políticos, leis que punem desvios de conduta na vida pública e modificações no financiamento das campanhas


O senador Demóstenes Torres será um dos 12 membros da comissão de senadores criada para discutir e melhorar a política no Brasil. Demóstenes foi o único político goiano convidado para integrar o colegiado que vai formar a Comissão de Reforma Política, criada pelo presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP) e deve apresentar o anteprojeto em 45 dias úteis. Para ele, a Reforma Política "é a mais importante das reformas" que o Brasil precisa no momento.
Demóstenes afirmou que entre os assuntos merecem discussão está o excesso de partidos no Brasil, a qualidade dos políticos e a necessidade de leis que punam os agentes públicos que apresentam desvios de conduta. Outro aspecto que deve ser destacado pelos senadores é um sistema diferenciado de financiamento de campanhas políticas. O parlamentar ainda completou que o desafio da comissão será escolher temas que sejam, de fato, votados.
“Não podemos correr o risco de que a Reforma Política não traga os resultados esperados. Defendo, portanto, que as discussões se foquem em poucos temas. Aposto que se partirmos para discussões intermináveis a Reforma Política ficará caída por aí. Acredito que devemos centrar em 2 ou 3 pontos no máximo e fazer a reforma possível agora para que ela possa continuar evoluindo no futuro”, explicou o senador goiano. Além de Demóstenes, devem fazer parte do estudo os senadores Itamar Franco (PPS-MG), Fernando Collor (PTB-AL), Aécio Neves (PSDB-MG), Roberto Requião (PMDB-PR), Luiz Henrique (PMDB-SC), Wellington Dias (PT-PI), Jorge Viana (PT-AC), Pedro Taques (PDT-MT), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) e Eduardo Braga (PMDB-AM). Foram indicados como suplentes os senadores Humberto Costa (PT-PE), Vital Filho (PMDB-PB), Waldemir Moka (PMDB-MS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Ana Amélia Lemos (PP-RS) e Vicentinho Alves (PR-TO).

Audiências e estudos
A Comissão de Reforma Política terá como incumbência analisar matérias sobre o tema em tramitação no Congresso Nacional, realizar audiências públicas com especialistas na área, elaborar o relatório final e apresentar o anteprojeto que deve ser submetido a votação em Plenário. Para desenvolver suas atividades, a comissão poderá utilizar a estrutura da Universidade do Legislativo Brasileiro (Unilegis) e ainda solicitar estudos, informações e serviços à Consultoria Legislativa da Casa, além de indicar até dez especialistas no assunto, nacionalmente conhecidos, para apoiar seus trabalhos. Os especialistas não serão remunerados a qualquer título, constituindo serviço público relevante prestado ao Senado Federal.

Autor(a): Da Redação

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