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Senador goiano defende financiamento público

Política Comentários 20 de fevereiro de 2015

Para Wilder Morais, preço das campanhas eleitorais deve baixar com o financiamento exclusivamente público e moralizar o processo eleitoral


O senador goiano Wilder Morais defende a necessidade da realização de uma reforma política séria e acredita que a sociedade, para o bem dela, deve acompanhar as ações dos políticos e se manifestar sobre as questões de sua cidade, do estado e do País.
Wilder diz que a reforma política, prevista para entrar na pauta de discussão do Senado, no próximo mês, “é uma oportunidade de ouro para que tópicos importantes, como financiamento público de campanhas, lista fechada, cláusula de barreira e outros, sejam discutidos no sentido de se promover uma reforma política moralizadora, que ponha fim à farra que hoje existe”.
O senador alerta que também será preciso o envolvimento da sociedade, no que diz respeito a ter uma participação maior na vida política do País, além da promoção de uma reforma séria. “O que caracterizará um exercício salutar da democracia, cujo bem maior refletirá justamente na sociedade”, explica.
Para Wilder Morais, o financiamento privado das campanhas eleitorais é ruim, pois permite que políticos sem comprometimento social com os eleitores que o elegeram cheguem ao poder. Segundo o senador, depois de eleitos, “num gesto traiçoeiro contra seus eleitores, esses políticos passam legislar ou governar conforme os interesses daqueles que fizeram doações em suas campanhas”.

Financiamento público
O senador Wilder afirma que é preciso “um ponto final nesse episódio desastroso ao Brasil, em que empresários e lobistas são beneficiados de diversas formas por serem doadores de campanha de certos candidatos”. O parlamentar acredita que o financiamento privado engessa o desenvolvimento do País, pois “determinados homens públicos ficam a serviço de seus doadores”.
Wilder entende que o financiamento público será benéfico porque deve baixar os custos e dar fim aos gastos exorbitantes das campanhas eleitorais. Isso exigirá uma fiscalização mais criteriosa da Justiça Eleitoral, que deverá também exigir para aplicação da transparência, a publicação de prestação de contas em tempo real na internet”, afirma o senador.

Autor(a): Da Redação

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