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Semana Nacional do Trânsito tem simulador de impacto em Anápolis

Trânsito Comentários 20 de setembro de 2018

Equipamento que mostra o que pode acontecer em um acidente, está em vários pontos da Cidade, como a Praça Bom Jesus e o Ipiranga


Pode parecer pouco, mas se um condutor que dirige um veículo sem cinto de segurança a 6 km/h, sofre uma colisão, com o impacto ele pode ser arremessado para fora. Para mostrar essa experiência na prática, a Companhia Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT), pela primeira vez, montou um simulador de impacto para as pessoas que passavam pela Praça Bom Jesus, no Setor Central, na última terça-feira, 18. A ação abriu a programação da Semana Nacional do Trânsito, que se estende até sábado, 22.
A manicure Ana Maria de Lima ficou curiosa e resolveu testar o equipamento. “A batida é realmente muito forte. Com certeza, se eu não tivesse usando o cinto, seria arremessada para frente. A partir de hoje, não fico sem usar”, garantiu.
Assim como foi para Ana Maria, para dezenas de pessoas que por ali passaram, a atividade cumpriu o seu objetivo e mostrou a importância do uso do cinto de segurança. “Infelizmente o desrespeito das leis de trânsito é muito grande. Por mais que a gente oriente, percebemos que quando as pessoas vêem como é na prática podem sensibilizar mais”, disse o titular da CMTT, Fernando Cunha.
Os próximos locais a receberem o simulador serão: Bairro Recanto do Sol, Avenida Fernando Costa, UniEVANGÉLICA, Parque Ipiranga, Praça Americano do Brasil e, novamente, Praça Bom Jesus. Confira a programação completa aqui.
A Semana Nacional do Trânsito visa divulgar informações fundamentais para a segurança dos cidadãos e contribuir para uma efetiva redução nos índices de acidentes. Ao longo de setembro, o órgão está desenvolvendo uma extensa agenda com palestras em unidades de ensino, blitzen e abordagens em vários pontos da cidade.


Conheça o plano do Brasil para reduzir mortes no trânsito
Quando o assunto são mortes no trânsito, o Brasil ainda figura entre os primeiros países do continente americano em acidentes fatais. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 37 mil pessoas morrem a cada ano vítimas de acidentes nas estradas brasileiras.
Além das fatalidades e riscos para a saúde, os cofres públicos também sofrem com a ausência de segurança viária. Por ano, acidentes de trânsito custam cerca de R$ 40 bilhões para o Estado, de acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O governo brasileiro, sociedade civil, polícias rodoviárias e conselhos de trânsito contam com um aparato legal para tentar reduzir o número de mortes no trânsito. A Lei nº 13.614/2018, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidência da República em janeiro deste ano, cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans).
O Pnatrans vai propor metas anuais para cada estado e o Distrito Federal. O objetivo é reduzir as fatalidades no prazo de dez anos. As metas serão fixadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Conatran), que vai reunir propostas dos conselhos de trânsito nos estados e DF; da Polícia Rodoviária Federal e da sociedade civil.
Uma das principais ações dentro do programa é a unificação das informações sobre acidentes fatais de trânsito nos níveis municipal, estadual e federal dentro de um único banco de dados.
O Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades, estabeleceu uma parceria com o Instituto Tellus, a Consultoria Falconi e a Cervejaria Ambev para implementação do Pnatrans. As entidades irão coletar informações e estatísticas de segurança viária junto aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) em nove estados e no Distrito Federal. A partir disso, o governo terá um diagnóstico inicial da segurança viária no Brasil e poderá identificar, sobretudo, as principais causas dos acidentes. Em seguida, o trabalho de diagnóstico será feito nos 16 estados restantes. De acordo com o Ministério das Cidades, uma vez que os dados estiverem compilados, será definida e implantada uma metodologia de coleta, tratamento e divulgação dos dados nacionais, além de metodologias de desdobramento, e comunicação das metas a serem definidas.

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