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Saúde orienta sobre a Febre Chikungunya

Saúde Comentários 10 de julho de 2014

Sintomas da doença, provocados pelo mesmo vetor da dengue, são mais prolongados


Um novo vírus tem circulado pela América Central e continente africano. Causador da Febre Chikungunya, a doença é tão semelhante à Dengue que até o vetor transmissor é o mesmo: o mosquito Aedes Aegypti. Em Goiás, duas mulheres que estiveram na República Dominicana – uma das ilhas do Caribe – apresentaram os sintomas e estão sendo acompanhadas diariamente por médicos, mesmo passando bem.
Conforme explica a gerente de Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis, Huilma Alves Cardoso, a doença não apresenta alta letalidade. No entanto, seus sintomas são mais prolongados que os da dengue. “Os sintomas iniciais são muito semelhantes, como febre alta e dores no corpo. Porém, as dores nas articulações costumam ser muito mais acentuadas e podem durar de meses a anos”, detalha.
Diante dos primeiros sintomas, principalmente em pessoas que estiveram nas regiões mais afetadas, é preciso recorrer ao atendimento médico para que seja feito o diagnóstico. “Os laboratórios centrais e de referência estão habilitados a identificar se a manifestação é da Dengue ou da Febre Chikungunya”, explica.
Não há vacina que evite sua contaminação. Apenas os sintomas são tratados. Porém, alerta Huilma, é contra-indicado o uso de medicamentos que contenham ácido acetil salicílico.
As medidas de prevenção são as mesmas já empregadas contra a Dengue: o combate ao mosquito transmissor. “Temos intensificado as campanhas de combate ao Aedes Aegypti pelos dois fatores. Ainda promovemos a capacitação dos agentes de saúde da atenção primária para que fiquem atentos ao histórico de viagens de pacientes que apresentam os sintomas”, declara.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o vírus tem circulado pelos últimos anos pela África e Ásia. Recentemente foram identificados casos na Europa. Em dezembro do ano passado a doença chegou ao Caribe. Este ano, 20 casos foram notificados no Brasil, desde maio. Mas até o momento todos foram trazidos de países do Caribe e não transmitidos em solo brasileiro.

Autor(a): Da Redação

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