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Renovada parceria com projeto musical

Geral Comentários 18 de junho de 2018

Novo contrato vai durar mais dois anos


O projeto Criar, Tocar e Cantar será renovado por dois anos para manutenção e ampliação das suas atividades a partir da assinatura do termo de colaboração entre a Prefeitura de Anápolis e a Fundação Universitária Evangélica (Funev). O investimento global de 800 mil reais, para dois anos de atividade, viabilizará o atendimento a mais de 500 crianças e jovens, prioritariamente de baixa renda.
O termo de colaboração surgiu a partir de chamamento público, iniciado em março deste ano, com a proposta de oferecer formação musical. “A lisura e a impessoalidade no processo do chamamento público dá autonomia e transparência. Dessa forma traz segurança para que o projeto faça o seu melhor no cultural e no social”, disse o prefeito Roberto Naves na assinatura do termo realizado nesta segunda-feira, 11, no gabinete municipal.
O convênio exige metas a serem atendidas pela organização contemplada, como a abertura de no mínimo 500 vagas para alunos e no máximo 600. A metade da quantidade de vagas exigidas deverá ser destinada para pessoas de baixa renda e a outra metade será regulada pela entidade. O investimento será divido em dois repasses anuais de 400 mil reais. O projeto é destinado à crianças e adolescentes com idade entre 9 e 17 anos.
As duas modalidades a serem cumpridas pelo projeto serão o núcleo de música clássica e o de canto. O primeiro ministrará aulas de instrumentos de cordas, sopro e canto coral. O outro segmento atenderá às técnicas vocais e musicais inerentes ao canto. O ingresso e permanência são gratuitos, sem taxa de matrícula e/ou mensalidade.
Além do prefeito Roberto Naves, a assinatura do termo contou com a presença do vice-prefeito Márcio Cândido, do vereador Domingos Paula, do presidente da Funev, Cecílio Alves de Moraes, do presidente da Associação Educativa Evangélica, Ernei de Oliveira Pina, dos secretários municipais Erivelson Borges (Cultura) e Alex Martins (Educação), da diretora do projeto, Marisa Spíndola, entre outras autoridades.e estudar a viabilidade de um sexto núcleo. “Para se entender a dimensão social, os relatos mais comuns dos alunos é que se eles não estivessem no projeto, estariam envolvidos com as drogas e a criminalidade”, disse.

Autor(a): Da Redação

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