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Rekoff em Anápolis repercute no Brasil e no exterior

Geral Comentários 01 de abril de 2011

Vários jornais do Brasil e de outros países têm destacado o interesse da empresa holandesa em trazer para Anápolis uma planta para a fabricação de peças de novo modelo do Fokker


O anúncio, por parte do Governo de Goiás, de que Anápolis deve ser a base para o investimento que a empresa holandesa fará no Brasil, na ordem de R$ 1,2 bilhão, com previsão de gerar 1,8 mil empregos diretos, feito há duas semanas, tem repercutido em vários jornais do Brasil e de vários países, assim como publicações especializadas em aviação. No site de buscas Google, pesquisando “Rekkof no Brasil”, o internauta encontrará centenas de páginas com informações sobre o assunto.
A vinda da empresa, no entanto, é uma luta que já vem sendo travada há algum tempo. Em agosto do ano passado, o jornal “Correio Braziliense” destacou a manchete: “Brasília entra na briga por fábrica de aviões”, apontando o interesse da Capital Federal em receber o empreendimento, inclusive, detalhando o plano da empresa holandesa em recriar o Fokker 100 com uma série de mudanças, a partir do nome, que passaria a se chamar F-100 NG (iniciais da Next Generation Aircraft, da qual a Rekkof - Fokker ao contrário - é subsidiária). De acordo com a reportagem, a produção da aeronave teria, apenas, a cabine fabricada na Holanda, pelo fato de aquele país já deter a tecnologia e a licença para a produção. Para os demais 36 mil itens necessários, a produção ficaria distribuída em 14 plantas fabris. Num prazo e cinco anos, a produção do jato poderia ser nacionalizada.
O presidente da Goiasindustrial, Ridoval Chiareloto confirmou que desde o ano passado estão em curso as negociações objetivando a vinda da Rekkof para o Brasil, tendo sido ele próprio um dos primeiros contatos com os representantes dos empreendedores. Segundo Chiareloto, a repercussão nas mídias nacional e internacional, sobre a vinda da Rekkof para Goiás é um aspecto positivo. Ainda, em sua opinião, ao se concretizar esse empreendimento, o mesmo “irá mudar as histórias de Anápolis e de Goiás”. Para isso, segundo ele, o Governador Marconi Perillo tem colocado todo o empenho possível para viabilizar o projeto, que acabará desaguando na criação de um pólo tecnológico aeronáutico na região.
Na época do encontro com o Governador, o presidente da Rekkof no Brasil, Paulo Almada, explicou que o grupo fez uma ampla pesquisa de mercado e optou por Goiás, que oferece segurança à empresa e também pela forma séria e clara como o Estado é administrado. “Cremos e acreditamos em Goiás”, enfatizou Almada, ao ressaltar que tudo aquilo que a Rekkof buscou no Brasil para se expandir encontrou em Goiás. O anúncio do protocolo de intenções entre a Rekkof e o governo goiano foi feito em um almoço no Palácio das Esmeraldas, que contou com a presença do presidente mundial da empresa, Jaap Jacobson. Também aconteceu um jantar na residência de Chiareloto onde, novamente, o interesse no investimento em Anápolis foi reforçado.

Autor(a): Claudius Brito

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