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Reitor da UEG visita universidade na Hungria

Educação Comentários 05 de julho de 2018

O país europeu é parceiro do Brasil em projetos educacionais


O reitor da Universidade Estadual de Goiás, professor Haroldo Reimer, visitou, na última semana, importantes universidades em quatro municípios húngaros. Estas visitas fazem parte da missão técnica que a Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais realiza na Hungria desde o dia 25 de junho e se encerra nesta sexta-feira, 06. Elas aconteceram na Universidade Tecnológica de Dunaújvárosi, cidade de indústria metalúrgica construída as margens do rio Danúbio na década de 1950. O foco desta Universidade é a produção de metais e a mecânica. Além disos a comtivia esteve na Budapeste University of Applied Sciencies, na capital húngara. A universidade é uma instituição pública tradicional, especializada em Negócios e Administração. É considerada a escola de negócios mais internacionalizada da Europa, possuindo mais de 40 universidades parceiras, nos cinco continentes.
Na sequência a comitiva brasileira foi à cidade mais universitária da Hungria, Szeged, localizada quase na divisa com a Romênia. A Universidade de Szeged tem cursos em todas as áreas de conhecimento, sendo centro de excelência em várias delas. É a esta universidade que está vinculado o Professor Albert Szent Gyorgy, celebrado como o descobridor da vitamina C. A instituição abriga muitos estudantes estrangeiros e uma de suas metas é atingir, até 2020, 20% de alunos de outros países entre os matriculados. Conforme Haroldo Reimer, foram abertas possibilidades de parceria entre a UEG e a Universidade de Szeged na área de ciências agrárias e ciências do alimento. Na cidade, a comitiva da Abruem ainda visitou o Centro de Lazer, maior centro de estudos de lazer do leste europeu.
As atividades ocorreram, ainda, na Universidade de Sopron, a melhor academia de Engenharia Florestal e de Ciências da Madeira do leste europeu. O curso de arquitetura, por exemplo, está voltado para arte e design com madeira. “Em todas as visitas os húngaros enfatizaram a boa preparação dos estudantes brasileiros, em especial os integrantes do programa Ciência sem Fronteiras. A Hungria recebeu mais de 2 mil alunos por este caminho”, destaca Haroldo Reimer. O Brasil é o país a quem o governo húngaro concede 250 bolsas ao ano, dentro de Programa Hungaricum. A missão técnica na Hungria termina nesta sexta-feira, 6 de julho. A comitiva da Abruem é composta por 21 membros, sendo 12 reitores, três vice-reitores, cinco pró-reitores e assessores de Relações Internacionais e, ainda, o secretário-executivo da Associação.

Autor(a): Da Redação

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