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Regulação de guias entre municípios é debatida

Saúde Comentários 23 de maro de 2017

Tema foi pauta de encontro de representantes das cidades da 3ª Regional Pirineus


A regulação do Sistema Único de Saúde (SUS) na 3ª Regional de Saúde voltou a ser discutida, através de reunião extraordinária da Comissão Intergestores Regional (CIR) Pirineus, ocorrida, na última segunda-feira,20, no auditório da Secretaria Municipal de Saúde de Anápolis. Estiveram presentes, além de representantes dos municípios integrantes, o secretário de Saúde de Cocalzinho e presidente da CIR Pirineus, Édson Barreto, e a secretária de Saúde de Anápolis, Luzia Cordeiro.
O Sistema de Informação Único de Regulação para o Estado de Goiás foi a pauta principal, na medida em que propõe maior clareza acerca do processo regulatório nos procedimentos eletivos (ambulatoriais especializados e exames de apoio diagnóstico), urgência e emergência.
Toda a Regional Pirineus deverá ser regulada, através desse sistema. Segundo o presidente da CIR Pirineus, os municípios saíram da reunião com a informação de que a Secretaria Estadual de Saúde pede seis meses para a estruturação e implantação deste sistema.
Um outro assunto discutido foi a respeito da Programação Pactuada e Integrada, entre Anápolis e municípios da região. Sobre isso, Édson Barreto afirmou que “alguns municípios já agendaram e que a pactuação será feita para a realização de alguns procedimentos”. O ordenamento deve trazer garantias de atendimento aos usuários.
Durante a reunião, a secretária municipal de Saúde, Luzia Cordeiro, fez novas gestões, junto ao governo do Estado, acerca da importância da ampliação dos leitos de alta complexidade em Anápolis.
Mortalidade materna
A secretária de Saúde, Luzia Cordeiro reuniu-se também, no início da semana, com a presidente da Organização Não Governamental (ONG) Reprolatina, Margarita Díaz e o presidente da Sociedade Goiana de Obstetrícia, Maurício Machado. Na ocasião, foi apresentado um projeto piloto que busca a diminuição da mortalidade materna em Anápolis. Em Goiás o índice é de 51, 97 óbitos de mulheres por 100 mil habitantes, superior ao preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – que é de 40 mortes por cada 100 mil habitantes.
Sendo assim, o trabalho é para que o projeto, quando pronto, seja não só implementado em Anápolis já com objetivo de multiplicar para outros municípios goianos.

Autor(a): Da Redação

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