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Região de Anápolis mantém baixa em novos casos de dengue

Saúde Comentários 21 de setembro de 2017

Apesar dos indicadores serem bons, a população não deve baixar a guarda em relação às medidas preventivas


Anápolis pode fechar 2017 com bons indicadores em relação à dengue. Desde o início do ano, o Município mantém uma baixa na casa de 80% nas comparações com o ano passado. O último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, através da Gerência de Vigilância Epidemiológica, referente à semana 37 (até 16 de setembro), mostra uma queda no número de notificações de 80,02%. Este ano, os casos notificados somam 2.978, contra 14.905 contabilizados na semana 37 de 2016.
Anápolis é a terceira cidade de Goiás com maior número de casos notificados de dengue, ficando atrás de Aparecida de Goiânia (9.545) e de Goiânia (28.626). E, está à frente de outros sete municípios: Novo Gama (1.903); Águas Lindas de Goiás (1.833); Goianésia (1.807); Trindade (1.417); Valparaíso de Goiás (1.235), Rio Verde (1.077) e Formosa (1.051).
Em relação ao registro de óbitos, o boletim recente aponta que este ano apenas uma morte foi registrada no Município por dengue e suas complicações. Não há nenhum caso suspeito. Já, no ano passado, foram 07 óbitos confirmados.
Em Goiás, conforme os dados da semana 37, foram notificados 149.118 casos de dengue. Os casos confirmados chegam a 73.102 e o número de óbitos a 63. No ano passado, até a semana 37, foram registrados 54 óbitos. Portanto, houve uma elevação no número de mortes em decorrência da dengue e suas complicações, no comparativo. Os óbitos deste ano ocorreram em 14 municípios, sendo que o maior número foi em Goiânia: 13 no total. O ano em que houve maior incidência de óbitos foi 2015, com 102 registros confirmados.
Outro dado interessante é que os 10 municípios com maior número de notificações de casos de dengue concentram 51.474, o que corresponde a quase 75% do total de notificações.
Em todo o Estado, 242 municípios estão classificados na zona de baixo risco; três na zona de médio risco e, apenas, 01 na zona de baixo risco. Mesmo diante desse quadro, as autoridades de saúde recomendam que a população não se descuide em relação às medidas preventivas contra os focos do mosquito Aedes aegypti, que é, também, vetor de outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela.

Autor(a): Claudius Brito

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