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Recuperação ambiental de área ainda sem data para a conclusão

Geral Comentários 03 de maio de 2018

No local, próximo o antigo Supermercado Bretas, apenas uma pequena parte da recuperação ambiental foi concluída.


As obras de recuperação ambiental em área próxima onde foi construído o prédio do Supermercado Bretas, na junção dos bairros Anápolis City e JK, estão paralisadas desde o final da administração do ex-prefeito João Gomes, em 2016. Ainda sem data definida, a previsão é de que as obras só serão retomadas depois que for concluído um processo licitatório de canalização de parte do Córrego Água Fria, numa extensão de apenas 160 metros lineares, de um total de 600 metros que deveriam ser construídos, conforme ficou estabelecido pelo Ministério Público, no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela Prefeitura de Anápolis e a direção do supermercado.
Localizado em uma área brejosa, onde existiam várias nascentes, a construção do prédio do Supermercado Bretas causou vários problemas ambientais ao ponto de o Ministério Público interditar a sua utilização, sem antes a direção da empresa e o Município se comprometerem a executarem uma série de serviços de recuperação da área danificada, no final de 2014. Depois de funcionar por algum tempo, hoje o prédio do supermercado está desocupado, mas com muitos serviços que ainda não foram executados para que sejam minimizados os efeitos danosos causados ao meio ambiente, em todo o seu entorno.
De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Obras, em julho de 2015 o projeto de recuperação ambiental da área danificada foi doado ao Município pelo Supermercado Bretas, à época, orçado em R$ 30 milhões. O projeto previa a construção de um parque linear, duas praças públicas, a canalização de 600 metros lineares do Córrego Água Fria, entre outros serviços de recuperação ambiental.
A assessoria de imprensa informou que além da doação do projeto, a empresa se comprometeu com o Ministério Público e construiu, no entorno onde o prédio foi edificado, duas praças em uma área pública contígua ao local onde será construído o Parque Linear. Informou também que essa área foi revitalizada e que a empresa construiu ainda a canalização de 210 metros lineares do Córrego Água Fria, em um trecho onde existem algumas moradias em uma área de risco. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Obras, tudo o que foi determinado pelo Ministério Público foi cumprido pela direção do supermercado. O que falta a ser executado no Termo de Ajustamento de Conduta agora é de responsabilidade do Município.

Canalização
Explicou, no entanto, que para concluir o projeto e construir o parque linear, situado ente a Avenida A e Rua Pereira do Lago, na junção dos bairros Anápolis City e JK, é necessário concluir a canalização de um trecho de 160 metros lineares do Córrego Água Fria. A assessoria de imprensa informou ainda que este projeto está orçado em R$ 2.6 milhões, um recurso que o Município está tentando sua liberação em órgãos do Governo Federal.
“Este projeto doado pelo Bretas foi encaminhado pela Prefeitura de Anápolis aos ministérios para a captação de recursos necessários à sua execução”, acrescentou o diretor de Obras da Secretaria Municipal de Obras, Pedro Paulo Fonseca Prado, explicando que o prefeito Roberto Naves vem se empenhando junto a órgãos do Governo Federal para que os recursos sejam liberados e, as obras, reiniciadas.
Ele revelou que o custo desse projeto é alto e que no momento a Prefeitura não dispõe de dotação orçamentária para executá-lo, necessitando, portanto, da liberação de recursos federais para que seja licitado e depois iniciado. Apenas a parte de canalização, disse que o custo do metro linear é de R$ 16 mil. Como ainda faltam cerca de 400 metros para ser construído, conforme determinou o Ministério Público, apenas o gasto com essa parte do projeto irá consumir um elevado valor de recursos públicos. Lembrou, no entanto, que no momento está em fase de licitação apenas 160 metros lineares, para possibilitar a construção do parque linear, que também não tem previsão de início das obras.

Autor(a): Ferreira Cunha

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