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Quatro são presos acusados de latrocínio

Justiça Comentários 24 de fevereiro de 2017

Um dos homens morava perto da casa onde residia Donato Gontijo e teria levantado as informações para que o crime fosse perpetrado


Durante entrevista coletiva à imprensa, na manhã desta quinta-feira, 23, na sede da 3ª Regional da Polícia Civil, foram apresentados quatro dos seis possíveis envolvidos no crime de latrocínio que vitimou o jovem Donato Gontijo, de 27 anos, baleado por um dos bandidos dentro de sua própria residência, logo nas primeiras horas da manhã do domingo, dia 06. Em menos de 20 dias, portanto, o caso está praticamente elucidado, faltando, ainda, a apreensão de mais dois elementos, também, integrantes do grupo.
O Delegado Geral, Fábio Vilela, no dia posterior ao crime, montou uma força-tarefa envolvendo equipes do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), do Grupo Especial de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio (Gepatri), da 3ª DP, do setor de inteligência e da própria Regional.
Enquanto a perícia criminal era feita na residência da família de Donato, foram tomados os primeiros depoimentos visando configurar alguns elementos para a elucidação dos fatos. E, uma das descobertas, foi a de que um dos elementos investigados, Wendel Patrick Bueno de Oliveira, de 22 anos era vizinho da vítima. Os outros elementos apresentados pela polícia, acusados do crime, são: Adriana Alves Ferreira, 41; Roger Victor Ferreira Borges, 22 e Alex Estevão de Queiroz. A este último está sendo atribuída a acusação de ter sido o autor do disparo que vitimou o jovem. Os outros dois investigados, que estão foragidos, não tiveram os seus nomes divulgados. Adriana Ferreira seria a receptadora dos produtos roubados durante o assalto.
Com as prisões, será feito o inquérito, com prazo de 30 dias para ser remetido ao Poder Judiciário, podendo este prazo ser dilatado por mais 30 dias, caso seja necessário.
O pai do rapaz, Douglas Gontijo, agradeceu o empenho de todos os policiais envolvidos na operação que levou à prisão dos acusados de terem assassinado friamente Donato. Ele afirmou que não conheceu o homem que era vizinho e que teria levantado as informações para que o crime fosse perpetrado.
O grupo, segundo foi divulgado na ocasião, já tinha em sua posse dinheiro e joias e, barbaramente atirou em Donato, que estava se preparando para sair para trabalhar na panificadora da família, no Bairro Jundiaí.

Autor(a): Da Redação

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