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PT goiano vê ação como intimidação e golpe

Política Comentários 09 de outubro de 2015

Céser Donizete, presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, afirma que elite política e parte da mídia fazem jogo para desestabilizar o poder


O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Céser Donizete, em entrevista ao Jornal Contexto, analisou a decisão do Tribunal de Contas da União de rejeitar as contas de 2014 da Presidente Dilma Rousseff, de seu partido. Com a reprovação, o relatório do TCU será enviado ao Congresso, que tem a prerrogativa de fazer o julgamento das contas e pode levar a um provável processo de impeachment.


O dirigente petista recorreu à história para lembrar que uma decisão como esta, por parte do Tribunal, só aconteceu uma vez no País, na época do primeiro governo de Getúlio Vargas, nos idos de 1937. Porém, disse, o momento atual é diferente, inclusive, “com membros do órgão (TCU) sob suspeição”. Além disso, Céser Donizete assinalou que, hoje, o Brasil vive uma democracia plena e com instituições fortalecidas.


“Vejo esta decisão como uma tentativa de intimidação e de golpe, por parte daqueles que buscam o poder, não pelo caminho correto que é o voto, mas por conta de um instrumento, o TCU, que é um órgão auxiliar da Câmara Federal. Ele, apenas, analisa as contas, quem aprova ou não é o parlamento”, enfatizou o líder do PT goiano.


Para Céser Donizete, as ferramentas orçamentárias utilizadas no governo da Presidente Dilma Rousseff não se diferenciam daquelas que foram utilizadas em governos anteriores como os de Fernando Henrique Cardoso; Itamar Franco, José Sarney e outros presidentes. E, também, são ferramentas parecidas às utilizadas nos governos estaduais e prefeituras pelo Brasil afora. “Vão desaprovar todos?”, indagou.


“O nosso grande pecado talvez seja fazer um governo que está atendendo as camadas mais carentes da população. Nós conseguimos erradicar a fome no País e isso incomoda setores da mídia e de uma elite política que nunca conseguiu sucesso na área social e econômica, como nós conseguimos nos últimos 12 anos e não admitem que podemos e estamos fazendo melhor do que eles”, pontuou, ponderando que “todo governo, com este perfil sofre perseguição midiática e de setores oligárquicos”.

Autor(a): Claudius Brito

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