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Protocolo de Atendimento às é assinado

Geral Comentários 21 de maio de 2015

O documento tem o objetivo de melhorar os serviços prestados na proteção as vítimas de violência


A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizaram a solenidade de assinatura do Protocolo de Atendimento Prioritário às Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência Doméstica, Sexual e outras Violências. O evento aconteceu na última terça-feira, 19, no auditório do Núcleo Ambiental do Parque Ipiranga.


A solenidade contou com as presenças dos secretários municipais Francisco Rosa (Desenvolvimento Social), Virgínia Melo (Educação), o titular da vara da Infância e Juventude, Carlos Limongi, da titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Anápolis, Cynthia Alves Costa, entre outras autoridades.


O documento vem sido debatido por toda a rede de proteção à criança e adolescente e busca melhorar os serviços prestados à população. No protocolo, está especificada a atribuição de cada instituição e o fluxograma de atendimento.


A coordenadora do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), Andréia Lins, explicou que todos precisam conhecer bem o seu papel para desenvolver atendimentos de forma prioritária às vítimas desse tipo de violência. “É uma equipe que já se reúne de três em três meses para verificar se existe falha na prestação de serviço e buscamos soluções para que nosso trabalho seja, de fato, eficiente”, falou.


O juiz da Infância e Juventude, Carlos Limongi, observou que muitas vezes o próprio sistema dificulta um atendimento de qualidade. “A burocracia para registrar um caso de abuso, por exemplo, traz muitas vezes mais transtornos para a vítima. Nossa intenção é realmente amparar e amenizar o sofrimento dessas pessoas. O protocolo define o cada um deve fazer e agiliza nossos serviços”, comentou.


O secretário municipal de Desenvolvimento Social, Francisco Rosa, ressaltou que o trabalho feito em parceria ajuda na prevenção. “Se unirmos a educação mais os serviços de conscientização é possível alcançar a sociedade como um todo. Esse é o objetivo do protocolo, unir forças para o bem da população”, disse.


Fazem parte do protocolo as secretarias municipais de Educação, Saúde, Desenvolvimento Social, Ministério Público, o Juizado da Infância e Juventude, Conselho Tutelar, Polícia Militar, Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e Instituto Médico Legal (IML).

Autor(a): Da Redação

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