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Prorrogadas as Inscrições ao Programa de Incubadora

Economia Comentários 26 de maio de 2017

Programa incentiva a criação de pequenas e microempresas industriais ou de prestação de serviços de base tecnológica.


Foram prorrogadas até o próximo dia 31, as inscrições ao processo de seleção de empreendimentos de 2017 do Programa de Incubadoras da Universidade Estadual de Goiás (POIN.UEG). As inscrições são feitas, exclusivamente, pela internet, gratuitamente, pelo site WWW.proin.ueg.br.
Criado em junho de 2011, o PROIN.UEG incentiva a criação e o desenvolvimento de pequenas e microempresas industriais ou de prestação de serviços de base tecnológica ou de manufaturas leves, por meio do provimento de infraestrutura básica e da qualificação técnica e gerencial do empreendedor, em caráter complementar, para viabilizar seu acesso à inovação tecnológica e sua inserção competitiva no mercado, através de suporte operacional, estratégico e tecnológico. A incubadora é aberta a qualquer empreendedor, pesquisador, pequenas e microempresas de prestação de serviços que se proponham a gerar inovação tecnológica ou agregar valor a processos, produtos ou serviços.
O acesso ao programa se dá em quatro etapas. A primeira é a formalização da inscrição, seguida de uma pré-seleção, fase em que a pessoa ou equipe que pleiteia desenvolver um negócio passa por uma entrevista para que se conheça o perfil do empreendedor. Em uma terceira fase são oferecidos cursos de modelagens de negócios e de planos de negócios para pessoas físicas que tentam uma incubação e, por último os selecionados passam por uma banca final com especialistas para a definição de quem ingressará na incubadora.
Bruno Alencar informou que o programa oferece variadas modalidades de incubação, entre elas a pré-incubação, que se constitui no apoio a projetos de inovação tecnológica, em fase de idéia ou desenvolvimento, que passam por processo de avaliação técnica e mercadológica para apuração de sua possível viabilidade no mercado. Essa modalidade tem duração de seis meses a um ano. Outra modalidade é a incubação residente. Por ela, a empresa, mediante contrato, recebe apoio da incubadora e ficará instalada na sede do PROIN.UEG, com duração de dois a três anos.
EXEMPLOS DE SUCESSO
Incubação não residente é uma modalidade em que a empresa recebe apoio do programa, mas não fica instalada na sede do PRIN.UEG, também com duração de dois a três anos e, a modalidade pós incubação. Por essa modalidade, as empresas que completarem seu período de incubação podem manter o vínculo com a incubadora, continuando a receber apoios específicos de acordo com o seu desenvolvimento. O Programa oferece ainda um sistema de associação, através do qual um empreendimento graduado ou empresa externa que não passou pelo processo de incubação pode manter vínculo com o PROIN.UEG para apoio tecnológico e/ou gerencial e estratégico do empreendimento.
A incubadora oferece suporte no planejamento e ações do negócio, por meio de consultorias e assessorias mensais, para a melhoria ou desenvolvimento do produto ou serviço, apoio para captar recursos financeiros, editais ou investidores.
“O objetivo da incubadora é fazer com que os negócios apoiados tenham sucesso financeiro no mercado”, disse Bruno Alencar revelando que hoje três empresas que completaram seu período de incubação saíram do programa conquistando sucesso e faturamento no mercado. São a Nectar CRM, uma empresa de software de Goiânia, a Brasil Vital, de Anápolis, que atua na área de suplementos e cosméticos e a Wiid, também de Goiânia, que desenvolve soluções de software para outras empresas.
Outras duas empresas estão prestes a sair do programa. São elas, o Laboratório Alquimista, de Anápolis e a Floê Cosméticos, de Calda Novas, ambas se destacando com sucesso no mercado. Em sua edição do dia 9 de maio, o jornal Valor Econômico reconheceu a expressividade do Laboratório Alquimista, incluindo-o no ranking das 100 mais atraentes startups para investimentos em 2017. Criada em 2014, pelo jovem químico industrial anapolino Lucas Costa, de apenas 23 anos, o Laboratório Alquimista se dedica ao desenvolvimento de tecnologia aplicada à extração de gelatina em aparas de cápsulas, um composto utilizado pela indústria farmacêutica na produção de drágeas que revestem medicamentos.

Autor(a): Ferreira Cunha

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