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Promotoria questiona nomeação de Carla Santillo no TCE

Geral Comentários 07 de outubro de 2011

Segundo as informações divulgadas, a argumentação levantada é de que a conselheira não preencheria alguns requisitos para o exercício da função


A nomeação da conselheira do Tribunal de Contas do Estado de Goiás, Carla Santillo, está sendo questionada em processo movido pela Procuradoria da República em Goiás. As informações até agora divulgadas, dão conta de que a argumentação apresenta pelo Ministério Público é de que a referida nomeação não teria preenchido os requisitos previstos na Constituição, dentre eles, o de notórios conhecimentos para a função. O caso está nas mãos da promotora Fabiana Zamalloa.
Carla Santillo teve o seu nome aprovado à época por 33 votos a 2 na Assembleia Legislativa, para ocupar o posto que estava sendo deixado por um outro anapolino, Frederico Jayme. Seu pai, o ex-governador Henrique Santillo, também pertenceu ao colegiado. Carla Santillo tomou posse no cargo em 2006, tornando-se a primeira mulher no exercício do cargo em Goiás. Para tanto, renunciou ao mandato de deputada estadual que havia conquistado nas urnas.
No site do TCE, o perfil da conselheira foi postado da seguinte maneira: Carla Cíntia Santillo é natural de Anápolis-GO. Filha de Henrique Antônio Santillo e Sônia Célia Santillo, é graduada em Odontologia, com especialidade em Endodontia. É acadêmica do curso de Direito da Universidade Católica de Goiás. Implantou e coordenou os departamentos Administrativo, Contábil e Financeiro da Unidade de Referência da Central Odontológica de Anápolis.
Eleita deputada estadual em 2002, foi membro efetivo da Comissão de Constituição e Justiça no 1° biênio (2003-2004). No segundo biênio, exerceu o cargo de 2ª vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado. Foi empossada como conselheira do Tribunal de Contas do Estado em 1°/04/2006. Atuou, em 2008, como corregedora-geral do TCE, sendo a atual vice-presidente do órgão.
O MPF-GO, também, divulgou na última semana, através de seu site, que a nomeação do conselheiro Kennedy Trindade estaria em situação irregular, por figurar entre os condenados na Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa, proposta pelo MPF/GO, por dispensa indevida de licitação, para a execução das obras de construção da Casa de Prisão Provisória, Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico e do Presídio Regional de Goiânia. Kennedy Trindade ocupava a presidência do Consórcio Rodoviário Intermunicipal S/A (Crisa) quando o órgão realizou licitação para a construção, apenas, da Casa de Prisão Provisória, em 1996.
O CONTEXTO tentou entrar em contato com a conselheira Carla Santillo, na tarde da última quinta-feira, 06, mas a secretária dela informou que a mesma estava em reunião e ficaria de retornar, o que acabou não ocorrendo ficando, entretanto, o espaço aberto caso ela queira se manifestar sobre o assunto.

Autor(a): Claudius Brito

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