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Projeto pioneiro transforma lixo em adubo para atividades de jardinagem

Meio Ambiente Comentários 24 de maio de 2018

Ação da Prefeitura com compostagem prevê economia de R$ 20 mil/mês e ampliação da vida útil do Aterro Sanitário


Uma nova ação desenvolvida pela Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Habitação e Planejamento Urbano, prevê o aumento da vida útil do Aterro Sanitário em cinco anos, além da economia de R$ 20 mil reais por mês. A Compostagem Municipal, como foi intitulada, nada mais é que a transformação de resíduos orgânicos, que anteriormente eram despejados no aterro, em terra preta que servirão de fertilizante em hortas, jardins e canteiros da cidade. “É algo que o Brasil inteiro deseja fazer e nós saímos na frente”, disse o diretor de Meio Ambiente, Antônio Zayek.
Cerca de 25 toneladas de resíduos orgânicos – oriundos do Mercado do Produtor e das feiras – e mais 5 toneladas de galhadas – provenientes da poda de árvores – são convertidas diariamente em material fértil, que até então precisavam ser comprados.
O diretor de Meio Ambiente, explicou que ao depositar estes insumos no aterro, o solo do local acabava se desgastando mais rapidamente. “São 30 toneladas de matéria orgânica que deixam de ser um passivo ambiental para a se tornar um ativo, ou seja, solo bom, que é a terra preta”, esclareceu Zayek.
Quem está realizando este trabalho é a GC Ambiental, empresa contratada pelo Município para a coleta de lixo. “Está previsto em contrato. Para mandar este material para o aterro, gastávamos R$ 40 mil reais mensalmente. A compostagem gera um custo de apenas R$ 20 mil, que repassamos para a empresa. Então, além dos benefícios ambientais, temos uma economia considerável”, declarou o secretário municipal de Meio Ambiente, Habitação e Planejamento Urbano, Wederson Lopes.

COMPOSTAGEM
As bactérias decompositoras são fixadoras de nitrogênio e transformam o material orgânico em terra preta, rica em minerais e nutrientes. “O sol bate na planta, ela perde água e fixa carbono. É a fotossíntese. Quando isso ocorre, vira matéria orgânica, mas molha, apodrece e se torna solo orgânico”, explicou o diretor de Meio Ambiente, Antônio Zayek.

Autor(a): Da Redação

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