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Produção de medicamentos “salva” queda no indicador

Industria Comentários 13 de julho de 2017

Em maio deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2016, houve recuo de 0,6%. No acumulado do ano, há um crescimento de 1,5%


A produção industrial goiana, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) teve um recuo de 0,6% em maio deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano passado. A queda não foi maior devido à contribuição positiva do segmento de produtos farmoquímicos e farmacêuticos - cujo principal polo produtivo se concentra em Anápolis - que registrou um incremento de 23,5% na base de comparação.
Na comparação de maio de 2017 com maio de 2016, em 14 locais pesquisados além de Goiás, a produção industrial registrou recuos em outros quatro estados: Amazonas (-0,1%); Pernambuco (-3,2%), Bahia (-0,1%) e Mato Grosso (-3,5%). Em sentido oposto, nove estados aumentaram a produção industrial: Pará (2,9%); Ceará (7,4%); Minas Gerais (2,5%); Espírito Santo (1,2%); Rio de Janeiro (2,9%); São Paulo (4,3%); Paraná (7,6%); Santa Catarina (9,5%); Rio Grande do Sul (7,4%). No Brasil, na mesma comparação, a produção industrial cresceu 4,0%.
No acumulado do ano, de janeiro a maio, a produção industrial goiana cresceu 1,5%. Também, aumentaram a produção, no período: Amazonas (1,9%); Pará (0,2%); Pernambuco (1,3%); Minas Gerais (2,1%); Espírito Santo (3,4%); Rio de Janeiro (4,6%), Paraná (3,1%); Santa Catarina (4,3%); Rio Grande do Sul (1,9%). Por outro lado, houve recuo da produção industrial, no acumulado do ano, nos seguintes estados: Ceará (-0,2%); Bahia (-6,6%); São Paulo (-0,6%) e Mato grosso (-1,4%).
Na variável mensal (maio/2017-maio/2016), além da atividade de fabricação de produtos farmacêuticos e farmoquímicos, houve avanço nas atividades de fabricação de produtos alimentícios (1,4%) e metalurgia (8,8%). Contribuíram negativamente as seguintes atividades: fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-10%); fabricação de outros produtos químicos (-7,7%); fabricação de produtos de minerais não-metálicos (-11,7%); fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-6,2%) e fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,4%).

Autor(a): Claudius Brito

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