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Prevenção e policiamento ostensivo serão intensificados

Geral Comentários 06 de setembro de 2012

Comandante do 3º CRPM quer melhorar índice do desempenho da unidade n o combate à criminalidade em Anápolis e região


O titular do 3º Comando Regional da Polícia Militar, Coronel Alexandre Freitas Elias participou na última quarta-feira,5, de sessão ordinária da Câmara Municipal. Foi a primeira visita formal dele ao Legislativo, depois de assumir o posto, no dia 17 de agosto último. Na oportunidade, o comandante falou sobre as estratégias que serão adotadas para que a PM, na região, tenha um melhor desempenho nas ações preventivas e ostensivas de combate à criminalidade.
De acordo com o Coronel Elias, um desafio foi lançado aos comandantes dos batalhões, a fim de que a Regional melhore a sua posição no ranking de produtividade. Ele citou que esteve à frente da Regional de Águas Lindas, no Entorno de Brasília, que é considerada uma das regiões mais violentas do País, e em julho, a 13ª. CRPM conseguiu ficar com a terceira posição dentre 14 unidades existentes em Goiás. O 3º CRPM, sediado em Anápolis, ficou apenas na décima primeira posição.
Conforme revelou, o comando da PM recebeu técnicos da Secretaria de Segurança Pública na última semana, para repassar conhecimento de estudiosos da área. E, dentro das técnicas que hoje têm sido avaliadas e aplicadas, três foram evidenciadas: o endurecimento do alvo, que é a polícia e a sociedade trabalharem para evitar que a população seja alvo fácil de meliantes. Ele citou como exemplo o famoso conto do achadinho, em que os marginais utilizam a perspectiva de ganho fácil das vítimas para tomar-lhes numerários e objetos. A segunda técnica é o patrulhamento dirigido, com o uso racional das viaturas. “Nós não temos viaturas dentro daquilo que seria o ideal, mas se tivermos muitas e colocarmos para rodar aleatoriamente, de nada adianta”, frisou. E a terceira tática que é a realização de blitz e bloqueios que inibem a presença de marginais, inclusive, vindo de outras localidades. “Se um bandido vem aqui anda por toda a cidade e não é abordado ele acha que é um alvo fácil”, ponderou.
Os estudos, segundo o Coronel, apontam ainda algumas ações que não funcionam, como é o caso de a viatura se deslocar para atender ocorrência, uma vez que o trabalho tem um fim meramente estatístico, já que vítima, em parte dos casos, tem de se dirigir à Polícia Civil para fazer o Boletim de Ocorrência. O comandante disse discordar, dentro dos estudos apresentados, com o item que o número de prisões não resolve os problemas da segurança. Segundo o Coronel Elias, a Polícia Militar tem de fazer e tem feito o seu papel, “tanto que estamos com superlotação na cadeia”, observou.
Em relação à questão do efetivo, o comandante do 3º CRPM informou que um edital está sendo elaborado para a abertura de concurso para 1.180 vagas na PM. “Espero que saia ainda este ano para que os aprovados façam o curso de formação e sejam integrados”.

Autor(a): Claudius Brito

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