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Preso o único sobrevivente do tiroteio

Violência Comentários 05 de fevereiro de 2016

Acusado estava escondido na zona rural e foi localizado pela Polícia Civil


Jarbas Augusto Bezerra Dias, 28 anos, integrante do grupo armado que invadiu uma pamonharia na Vila Santa Maria de Nazareth, região Leste de Anápolis e matou a tiros o oficial da PM (subtenente) Sérgio Rodrigues de Souza Vaz (42 anos), na noite de domingo (31) foi preso na terça-feira, 03, por agentes da Polícia Civil, liderados pelo delgado Daniel Nunes. Ele estava escondido em uma chácara, nas proximidades de Anápolis. No tiroteio morreram, também, J.P.J.F., de apenas, 15 anos e G.S.O. (17 anos). O entrevero causou grande pânico, pois o estabelecimento é bastante frequentado, por ser um ponto tradicional de encontros das famílias da região.
De acordo com relatos da Polícia, o militar, acompanhado da esposa que, também, é dos quadros da PM de Goiás, era lotado no Batalhão Rodoviário e estava de folga em Anápolis. Quando lanchava na referida pamonharia, foi surpreendido pela voz de assalto dada pelos menores e trocou tiros com eles. Baleado no tórax, Sérgio não resistiu aos ferimentos e morreu logo depois. Os corpos dos menores foram encontrados, também, feridos à bala, na parte externa da pamonharia. Foi um dos crimes maior repercussão dos últimos tempos em Anápolis.
Na delegacia, Jarbas Augusto negou ter participado do tiroteio e disse que, somente, estava dirigindo o carro para dar fuga aos assaltantes. Outro elemento ligado aos menores mortos, de nome Rafael, chegou a ser detido, mas apresentou álibi que, a princípio, o isenta de qualquer participação no tiroteio. A Polícia Militar do Estado de Goiás emitiu nota lamentando a morte de seu integrante que servia na corporação há 23 anos. O texto afirma que ele "estava no excepcional comportamento e continha diversas condecorações, inclusive tendo sido promovido em 2014 por ato de bravura, deixando bem claro seu compromisso com os valores da Polícia Militar do Estado de Goiás. O policial honrou seu juramento de proteger a sociedade e, mesmo com o risco à própria vida, reagiu à injusta agressão, frustrando a ação. Que Deus lhe dê bom lugar e que este policial, pai de família, trabalhador honesto e honrado, seja lembrado por sua coragem, dedicação, e conduta ímpar".

Autor(a): Da Redação

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