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Prefeitura tem ‘plano B’ para garantir a limpeza urbana

Cidade Comentários 29 de junho de 2012

Provável rompimento de contrato não influenciaria na política de saneamento municipal. É o que garante o Secretário de Meio Ambiente


Face à onda de boatos e comentários de que o contrato entre o Governo Municipal e a Construtora Delta estaria na iminência de se romper, o Secretário Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Henrique Ribeiro, disse que se caso isto vier a acontecer, a população não sofrerá nenhum prejuízo. “Até agora não chegou ao nosso conhecimento qualquer informação confiável de que isto ocorreria. Por enquanto, a empresa vem cumprindo, rigorosamente, tudo o que está ajustado em contrato. As ruas estão sendo varridas, o lixo coletado, o Aterro Sanitário operando regularmente e os demais serviços contratados não tiveram qualquer anormalidade”, justificou o Secretário.
Segundo ele, entretanto, como a Delta está no processo de recuperação judicial em todo o Brasil, conseguido junto à Justiça, pode ser que, no futuro, haja alguma mudança de procedimento em relação aos serviços que presta, não só em Anápolis, como em outras cidades e alguns governos estaduais em diferentes regiões do País. “Se Anápolis for atingida, a população não tem com o que se preocupar. Temos alternativas jurídicas e administrativas que nos permitem manter o serviço em total normalidade. Uma delas é a convocação da empresa que ficou em segundo lugar na licitação vencida pela Delta. Outra saída seria a contratação, em regime de urgência, de uma firma para assumir o serviço da Delta, o que nos é permitido por lei, até que seja feita outra licitação. Em último caso, a própria Prefeitura poderia assumir o serviço, fazendo contratações temporárias de trabalhadores” disse Luiz Henrique. Estas medidas são consideradas suficientes, tendo em vista, principalmente, que faltam seis meses para o fim da atual administração e competiria ao governo que assumir em 2013 dar um direcionamento mais sustentável ao problema.
Sobre uma possível crise social, com a desativação da Delta, que tem centenas de funcionários, os quais poderiam ficar desempregados, Luiz Henrique Ribeiro disse que é outra informação equivocada. A própria Delta, quando assumiu o serviço, contratou a maior parte dos funcionários do Consórcio GC Ambiental, que atendia à Prefeitura. “E, até aquela empresa (GC Ambiental), já havia absorvido a maior parte dos trabalhadores remanescentes das empresas Queiroz Galvão, e Ferreira, que, igualmente, fizeram o serviço de limpeza urbana em Anápolis. Muda pouca coisa”, garantiu.

Autor(a): Nilton Pereira

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