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Prefeitura atende a lei sobre resíduos sólidos

Geral Comentários 01 de fevereiro de 2018

Apenas 20% dos municípios do país tratam o entulho de forma correta e Anápolis está entre eles


Um dos instrumentos recentes na gestão dos resíduos sólidos do Município, especialmente, os resíduos gerados na construção civil, são os chamados Ecopontos. Espaço para a destinação dos rejeitos que podem ser reutilizados e/ou reciclados, inclusive, gerando fonte de renda e, ao mesmo tempo, reduzindo o impacto ambiental decorrente do descarte que, quase sempre, é feito em locais e de forma inadequada.
Em Anápolis existem dois postos de descarte de entulho, pensados para facilitar o trabalho de coleta, explica o gerente de Limpeza Urbana, Christian Rodrigues Pereira. Um deles está localizado no Bairro Setor Sul e o outro no setor Adriana Parque, na região Norte. Segundo Christian Pereira, os dois recebem, em média, 50 toneladas de entulhos por semana e a maior quantidade é verificada no espaço localizado no Adriana Parque.
Apenas 20% dos municípios do país tratam o entulho de forma correta e Anápolis está entre eles, embora ainda haja muito a ser feito para alcançar níveis ideais de cuidado com o meio ambiente, afirma o gerente de limpeza urbana. Segundo ele, a Secretaria de Meio Ambiente vai revitalizar os dois ecopontos e instalar outros dez espaços, dos quais dois estão previstos para implantação ainda no primeiro semestre deste ano.
Christian Pereira afirma que a solução dos problemas de saúde pública e ambientais causados pelo descarte incorreto de materiais depende do engajamento da sociedade. “As pessoas precisam entender que podemos reciclar mais, o que vai refletir, inclusive, no barateamento da Taxa de Serviços Urbanos (TSU)”, diz. E acrescenta: “Temos que compartilhar essa responsabilidade pensando em nós mesmos, na nossa família e nas gerações que virão”.
Os ecopontos são estrutura simples que facilitam o trabalho de recolhimento deobjetos e materiais que não devem ser descartados no lixo comum, devido ao seu grande volume, à necessidade de tratamento específico para suas peças e componentes e ao seu potencial de contaminação, destaca Christian Pereira. “O objetivo é possibilitar a destinação correta desses materiais, evitando seu abandono em ruas, calçadas e terrenos baldios”, acrescenta.
O material entregue voluntariamente pelos cidadãos é separado e enviado para a destinação final – dependendo da quantidade – de uma a três vezes por semana, por funcionários da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Uma parte do material segue para as cooperativas de catadores responsáveis pela coleta seletiva, e o que não pode ser aproveitado é direcionado ao aterro sanitário da cidade.
Outra ação colocada em prática pela Prefeitura com o objetivo de aumentar a abrangência do sistema de coleta seletiva que, hoje, é realizada em 175 bairros, são os Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) onde podem ser depositados, separadamente, plástico, papel, vidro e metal.

Autor(a): Da Redação

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