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Prefeito reclama de lentidão, mas diz que obras não foram paralisadas

Política Comentários 23 de dezembro de 2016

João Gomes confirmou que será feito um aditivo contratual para o desvio das adutoras de água que estão no subsolo onde estão sendo feitas as edificações


O Prefeito João Gomes (PT) garantiu, nesta quinta-feira, 22, que as obras dos viadutos na Avenida Brasil nunca foram e não estão paralisadas. Ele, no entanto, reconheceu que há uma lentidão por parte da empresa executora, a JOFEGE que, em sua opinião, poderia estar imprimindo um ritmo mais ágil.
João Gomes informou, também, que já está sendo providenciado o aditivo contratual para que seja feito o desvio das adutoras de água que estão no subsolo das edificações, tanto no viaduto da Brasil com a Barão do Rio Branco, como no da Brasil com a Rua Amazílio Lino. O valor não foi informado por ele, mas, especula-se que este aditivo seja de em torno de R$ 3 milhões.
O chefe do Executivo assinalou que este aditamento se faz necessário, porque trata-se de uma ocorrência que não faz parte do bojo do projeto executivo. Porém, disse que se houver qualquer outro tipo de problema ligado diretamente à obra, aí, sim, é a construtora quem arca com o eventual ônus.
João Gomes disse, ainda, que o problema não foi resolvido porque o desvio das adutoras é um trabalho bastante complexo e vai necessitar de uma intervenção no fluxo de trânsito da Avenida Brasil, que deverá ter uma parte bloqueada para o tráfego. E, conforme ponderou, não seria possível fazer agora durante o final de ano, quando o movimento é grande.
Em relação ao viaduto da Amazílio Lino, onde a movimentação de trabalhadores é reduzida, o Prefeito informou que a parte principal, ou seja, a base já está pronta e, agora, virá a parte de encabeçamento, que demanda uma grande movimentação de terra, o que não é possível de ser feito durante o período chuvoso. Portanto, esta parte do serviço só deverá se iniciar, provavelmente, no mês de março.
Questionado, ainda, sobre o número pequeno de trabalhadores nos canteiros, João Gomes disse que a obra faz parte de um pacote de mobilidade, que inclui outras frentes de serviços, como, por exemplo, reforço aos pontos de paradas de ônibus, implantação de drenagem e serviços de recuperação asfáltica nos 45 quilômetros que formam o corredor do transporte coletivo. Este pacote de obras tem custo de mais de R$ 74 milhões, recurso este que, segundo o chefe do Executivo, está assegurado para que o seu sucessor, Roberto Naves (PTB), possa dar continuidade ao projeto.

Câmara
O Prefeito falou, também, sobre a obra da Câmara Municipal. Esta, sim - confirmou - paralisada porque foi rejeitado um pedido de aditamento pela empresa responsável pelo serviço e que foi negado, diante da constatação de diversas falhas na obra.
Pessoalmente, João Gomes ressaltou que nunca foi favorável à construção do prédio no local, mas quando assumiu, o projeto já estava caminhando e não havia como reverter. Ele afirmou que já discutiu o problema com o Prefeito eleito Roberto Naves e, ao que tudo indica, serão feitas algumas readequações. E, estas readequações, conforme frisou, poderão, até, reduzir os custos. Conforme observou, orçada em torno de R$ 17 milhões, a edificação para abrigar o Legislativo já teria consumido em torno de R$ 6 milhões.
O Prefeito diz que devem ficar para a próxima gestão em torno de 30 obras para serem concluídas e, a maioria delas, com recursos assegurados. Ele não vê nenhum problema nisso já que, “não são obras do João Gomes e sim da Cidade”, arrematou.

Parque da Jaiara
O Chefe do Executivo Municipal adiantou que, caso seja possível, deve entregar, na semana que vem, a obra do Parque da Jaiara (Luiz Caiado de Godoy) A inauguração estava prevista para acontecer no último dia 19. Mas, às vésperas, um forte temporal provocou alagamentos no local. Está sendo feito um serviço emergencial de contenção da água que desce para o local, no final da Avenida Fernando Costa. Mas, a solução definitiva será a implantação de uma galeria, obra que também - disse o Prefeito - já tem em caixa, mais ou menos, R$ 2 milhões. Fica faltando solucionar o suprimento de energia elétrica, que deve ser feito pela CELG.

Autor(a): Claudius Brito

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