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Prefeito e cinco vereadores eleitos têm problemas com contas da campanha

Política Comentários 07 de dezembro de 2012

Dos 23 vereadores que foram eleitos para a próxima legislatura, apenas três tiveram as contas aprovadas sem nenhum problema


O Diário Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral (TREGO) do Estado de Goiás trouxe na edição de número 250, publicada na última quarta-feira, 05, as sentenças proferidas pela Juíza de Direito Lara Gonzaga de Siqueira, responsável pela 137ª Zona Eleitoral, referente aos processos de prestação de contas de candidatos à eleição de vereador, no pleito de outubro último.
Com relação aos eleitos e reeleitos para a Câmara Municipal, apenas três tiveram as suas contas totalmente aprovadas; 13 tiveram as contas aprovadas com ressalva e 7 tiveram as contas rejeitas e foram também condenados a fazerem recolhimento em valores que, somados, dão um total de mais de R$ 88 mil.
Os vereadores eleitos que tiveram as contas integralmente aprovadas foram Eli Rosa (PMDB), Jean Carlos (PTB) e Wenderson Lopes (PSC). Já os que tiveram as contas aprovadas, mas com ressalvas, foram: Amilton Batista Filho (PSC); Dinamélia Rabelo (PT); Éber Mamede (PT); Fernando Cunha (PSDB); Jackson Charles (PSB); Jerry Cabeleireiro (PSC); Lisieux José Borges (PT); Professora Geli (PT); Mauro Severiano (PDT); Mirian Garcia (PSDB); Pedrinho Porto Rico (PTB), Pedro Mariano (PP) e Sargento Alberto (PTN).
Os vereadores eleitos que tiveram as contas reprovadas, foram: Gleimo Martins (PTN), que deverá recolher R$ 2.052,00; Sargento Pereira (PSL), não tem o registro da quantia na publicação do despacho; Luiz Lacerda (PT), que deverá recolher R$ 7.936,00; Paulo de Lima (PDT), deverá recolher R$ 15.000,00; Vespasiano dos Reis (PSC), deverá recolher R$ 13.207,02; Wilmar Silvestre (PT), deverá recolher R$ 3.500,00 e Valdair de Jesus, que deverá recolher a maior quantia, R$ 46.320,65.

Prefeito
As contas da campanha do então candidato Antônio Gomide e de seu vice, João Gomes, também, foram desaprovadas. Porém, assim como no caso dos vereadores, a decisão não surtirá efeito sobre a diplomação e a posse dos eleitos, uma vez que há, também, a possibilidade de os mesmos recorrerem.
Assessores do Prefeito Antônio Gomide garantem que ele está tranquilo, mesmo porque, os problemas são sanáveis.

Autor(a): Claudius Brito

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