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Prédio central do campus da UEG tem marcas de má conservação

Geral Comentários 26 de outubro de 2013

Professores e alunos reclamam das condições do prédio do Campus e da segurança do local que estaria desguarnecida


Entulhos espalhados por alguns locais do prédio; carteiras amontoadas em corredores; bancos e lixeiras quebradas. Estas são apenas algumas cenas que os professores e alunos do Campus da Universidade Estadual de Anápolis (UEG) vivenciam no cotidiano. Uma realidade que nem de longe reflete o que deveria ser um local planejado para dar conforto e segurança para o preparo adequado aos milhares de jovens que sonham ter um diploma para ingressar no mercado de trabalho.
As imagens encaminhadas à redação e relatos de alunos e professores - que preferiram não ser identificados na matéria - mostram que há, de fato, motivo para preocupação. Em primeiro lugar, em relação às condições do prédio, devido à falta de manutenção adequada. Segundo a denúncia, em algumas salas, não há sequer mesa e cadeira para os professores. Em muitos espaços no interior do campus há entulho espalhado embora, conforme os relatos, o prédio não esteja passando por reforma. Também há carteiras velhas amontoadas nos corredores da universidade e paredes com sinais de rachaduras.
Outro relato é de que funcionários que atuam na UEG estariam trabalhando sem o uso de equipamentos de proteção individual, inclusive, em serviços de limpeza em partes altas do prédio e que o técnico em Segurança do Trabalho que atuava no local, foi colocado à disposição para trabalhar em outro órgão (não sendo informado qual e nem o nome do profissional). Além disso, foi relatado, também, que encerrou-se o contrato com a empresa de prestação de serviço de segurança, o que estaria deixando alunos e professores numa condição de insegurança.
A situação, inclusive, poderá levar a instituição a uma nova paralisação (não uma greve), com o intuito de chamar a atenção sobre a situação precária do prédio do Campus e, também, da unidade localizada no Bairro Jundiaí, que é uma edificação ainda mais antiga e, conforme foi relatado, não teria passado na inspeção feita pelo Corpo de Bombeiros. De acordo com uma professora, apesar das deficiências, alguns cursos da UEG têm conseguido boas notas em avaliações do MEC, mas isso graças ao empenho do corpo docente.

Outro lado
A redação tentou contato telefônico por três vezes, na quarta e na quinta feiras, com a pessoa indicada pela assessoria da UEG para falar sobre a situação. Mas não houve resposta em virtude de que, segundo foi informado, o mesmo estaria em reunião e em sala de aula. O C ONTEXTO, entretanto, deixa aberto o espaço para que a instituição possa se manifestar a partir da próxima publicação.

Autor(a): Claudius Brito

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