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Preços têm variação de mais de 500%, diz Procon

Educação Comentários 11 de janeiro de 2014

Órgão de Defesa do Consumidor alerta que os pais devem fazer uma boa pesquisa antes de comprar os materiais escolares. Procon disponibiliza pesquisa


Em tempos de volta às aulas, os pais têm de usar e abusar da matemática para não extrapolarem o orçamento doméstico com a matrícula da escola, os impostos e uma série de obrigações que surgem ao início de cada ano. E, os materiais escolares, sem dúvida, são um item importante das despesas. Qualquer economia na hora da compra é bem vida. Mas, para isso, é preciso pesquisar.
E, para ajudar o consumidor nesta hora, o Procon de Anápolis realizou em nove papelarias de Anápolis, uma pesquisa de preços, que pode ser consultada pela internet, na página da Prefeitura (www.anapolis.go.gov.br) ou, então, na sede da Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor, Avenida Getulino Artiaga, nº 520.
A lista de materiais pesquisados contém mais de 80 produtos de diferentes marcas. Dentre eles, estão canetas, lápis, borrachas, réguas, colas, apontadores, e vários tipos de cadernos. Há casos em que, de acordo com a pesquisa do Procon, a variação de um mesmo produto e de uma mesma marca, chegou a 400% e a 525%. No primeiro caso, a régua plástica cristal, que teve o preço mínimo de uma marca cotado em R$ 0,30 e o máximo em R$ 1,50. Já a maior variação foi encontrada na borracha plástica látex, que teve preço mínimo cotado em R$ 0,40 e máximo em R$ 2,50.O caderno de brochura pode ser encontrado por R$ 1,99 a R$ 7,90. O lápis preto, número 02, pode ser encontrado no mercado com preços que variam de R$ 0,90 a R$ 1,20.
De acordo com o secretário municipal de Defesa do Consumidor, Valeriano Abreu, a pesquisa ajuda os pais na hora de fazerem suas compras. “Nossa tabela de valores dá um embasamento ao consumidor sobre os preços oferecidos pelo mercado. Esse conhecimento adquirido por meio da nossa pesquisa dá condições de fazer comparações. Nossas ações de orientação são uma forma de prevenção para reduzir o número de reclamações futuras e também estimula as papelarias, as lojas que oferecem esses produtos a terem uma prática de respeito ao consumidor”, disse.
De centavo em centavo economizado, a conta, no final, com certeza, ficará menor. É uma questão matemática. E, nada melhor do que começar o ano tirando uma nota boa no quesito de economia doméstica.

Autor(a): Da Redação

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