(62) 3317 5500 • comercial@jornalcontexto.net

Preços de materiais variam de 10 a 2.400%

Geral Comentários 08 de janeiro de 2015

Órgão de defesa do consumidor orienta pais e estudantes a pesquisarem preços antes de fazer a compra para a volta às aulas


Diferenças de preços que chegam a 100, 200, 400, 900 e mais de 2.400%. Quem vai comprar o material escolar para o retorno dos filhos à escola, pode ir se preparando para pesquisar preços. A partir desta sexta-feira,09, a Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor irá disponibilizar uma pesquisa feita em nove papelarias de Anápolis, envolvendo uma lista de 96 itens, que estão entre os mais pedidos nas listas fornecidas pelas unidades de ensino.
O CONTEXTO teve acesso à lista e constatou que, em todos os 96 itens levantados, houve variações de preço, sendo a menor de 10% e a maior de 2.471%. Do total de produtos pesquisados, 65 tiveram variações acima de 100% e, apenas, 31 tiveram variações abaixo de 100%. O levantamento de preços do Procon ocorreu entre os dias 05 a 07 últimos.
O item campeão em variação de preço, conforme o levantamento do órgão de defesa do consumidor, foi o lápis preto nº 02- 1ª linha da Faber Castel, que foi encontrado ao menor preço por R$ 0,35 e ao maior preço por R$ 9,00. Outro item encontrado com variação muito elevada foi o pincel de cerda chata nº 08 da marca Condor, encontrado ao menor preço por R$ 1,50 e ao maior preço por R$ 15,03. Seguem a lista das maiores variações, também os pincéis, da mesma marca, de cerda redonda, nº 08 e nº 10, ambos encontrados ao menor preço por R$ 1,50 e ao maior preço por R$ 8,69, uma variação de 479%.
O Procon orienta os consumidores para que façam uma pesquisa antes de sair às compras pois, assim, poderão fazer uma economia significativa, devido às altas variações de preços. Outra recomendação é ficar atento às listas fornecidas pelas escolas. O Código de Defesa do Consumidor proíbe que os estabelecimentos obriguem os pais a comprarem por marcas e, também, há restrição de incluir nas listas, materiais de consumo do estabelecimento. Quando a escola define o valor da mensalidade, se faz com base em suas planilhas de custos, que já estão incluídas as despesas com produtos de limpeza, materiais de expediente, dentre outros. Quando há a inclusão de itens de uso coletivo e que não influenciará no processo didático pedagógico do aluno, essa cobrança estará onerando o consumidor, o que configura prática abusiva perante o Código de Defesa do Consumidor.

Autor(a): Claudius Brito

Comentários


Deixe seu comentário Dê sua opinião a respeito desta notícia. Seu e-mail não será publicado.


Código Anti Span Incorreto!
Obrigado! Seu comentário foi postado com sucesso!
Falhou! Preencha todos os campos obrigatórios (*)

+ de Notícias Geral

Conferência do Rotary em Anápolis repercute dentro e fora do País

07/06/2018

Emoção; participação; amizade, trabalho e doação. Com estes e outros componentes, Anápolis sediou, no período de 31 d...

Legislativo dá posse a acadêmicos do programa Parlamento Jovem

07/06/2018

Os acadêmicos que integram o programa Parlamento Jovem, da Câmara Municipal de Anápolis, foram empossados na manhã desta ...

Anápolis recebe Circuito de Palestras do Sebrae

07/06/2018

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás) ao lado das 13 entidades que compõem o Conselho Deliberati...

Festa em Louvor a Santo Antônio

07/06/2018

Santo Antônio, com fama de casamenteiro, é um dos santos mais populares e queridos entre os católicos. De origem portugues...