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Portadores de hipertensão e diabetes terão remédio em casa

Saúde Comentários 29 de abril de 2011

Prefeito Antônio Gomide faz o lançamento do programa que vai beneficiar muitos pacientes que tinham dificuldades para manter o tratamento devido à dificuldade de acesso aos remédios


O prefeito Antônio Gomide disse ao CONTEXTO que o Programa Remédio em Casa, será um modelo dentro da saúde pública no Município, não apenas por ser inovador mas, sobretudo, pelo alcance social que terá em beneficiar pessoas que sofrem de problemas de pressão alta e diabetes.
Nesta primeira fase apenas os pacientes do 1° grupo cadastrado no PSF do Recanto do Sol, Adriana Parque, Bairro Bandeiras e Nova Vila receberão os remédios. O programa será implantado nas outras unidades progressivamente. Na segunda etapa que acontecerá entre os dias 20 e 30 de maio, recebem os remédios os pacientes do 2° grupo: PSF Jardim América, Boa Vista, Boa Vista/ São Carlos e Bairro de Lourdes.
Para participar do programa, hipertensos e diabéticos devem procurar a unidade do Programa Saúde da Família (PSF) mais próxima e realizar o cadastramento. Cada paciente recebe remédios suficientes para três meses. Antes de encerrar este prazo, é necessário que o beneficiado pelo programa volte à unidade para renovar a receita. Os remédios vão chegar aos endereços através dos correios.

Medicamentos
De acordo com informações da pasta os medicamentos a serem entregues são os contemplados na lista de medicamentos do Programa HiperDia, são eles: Captopril 25mg, Enalapril 5mg, 10mg e 20mg, Metildopa 250mg, Nifedipina 20mg, Nifedipina 20 Retard, Propranolol 40mg, Furosemida 40mg, Hidroclorotiazida 25mg, Glibenclamida 5mg, Metformina 850mg, AAS 100mg e Digoxina 0,250 mg.

AS DOENÇAS – No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a hipertensão arterial é diagnosticada em cerca de 33 milhões de pessoas. Destas, 80% – ou aproximadamente 22,6 milhões de hipertensos – são atendidos na rede pública de saúde. Entre os 7,5 milhões de diabéticos diagnosticados no país, seis milhões (80% do total) recebem assistência no SUS.
O aumento da prevalência de hipertensão, diabetes e obesidade – também conhecidas como “epidemia do século” – ainda de acordo com o Ministério da Saúde, é atribuído a padrões alimentares e de qualidade de vida, fortemente associados à má alimentação, falta de atividade física e ao estresse. O envelhecimento da população também contribui com o aumento da prevalência dessas doenças. Fatores genéticos devem ser considerados.

Autor(a): Da Redação

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