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Porque ser um conselheiro tutelar

Cidade Comentários 26 de agosto de 2015

Em outubro, haverá eleição para a escolha dos novos membros que vão compor os Conselhos Tutelares Leste e Oeste, em Anápolis. O Jornal Contexto abriu espaço para os candidatos exporem seus perfis e ideias


No dia 04 de outubro próximo, o anapolino poderá, de forma livre e democrática, participar da eleição para a escolha dos membros dos conselhos tutelares Leste e Oeste. Cada um deles é formado por 10 membros titulares e igual número de suplentes, ou seja, um total de 20 vagas a serem preenchidas.


Conforme matéria publicada na edição 528, que circulou entre os dias 17 a 23 de julho último, a última nominata do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, apontou um total de 25 concorrentes. Estes nomes passaram por uma verdadeira “peneira”, cumprindo uma série de exigências legais para se tornarem candidatos. Afinal, a missão que os eleitos irão assumir a partir do dia 10 de janeiro de 2016, durante os próximos quatro anos, não será nada fácil, uma vez que os conselheiros são, pode-se dizer, os guardiões do cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente. Lembrando, mais uma vez, que qualquer eleitor pode participar do pleito e, assim, contribuir para o fortalecimento dessa importante instituição que muito contribui com o exercício da cidadania.


O Jornal Contexto abriu espaço para que os candidatos interessados pudessem expor um pouco de si e de suas ideias, dessa forma, contribuindo para que a população possa conhecer um pouco mais daqueles que disputam vagas nos conselhos tutelares. Foi aberto espaço a todos os 25 candidatos, mas nem todos retornaram. Aos que atenderam ao chamamento, desde já, os agradecimentos da equipe e esperamos estar contribuindo com a eleição. Vamos, então, conhecer os candidatos:


 


Em um tempo onde tanto se fala da defesa das minorias, ser Conselheiro Tutelar é defender os direitos de uma parcela da sociedade que ainda não aprendeu a gritar por justiça, a sair em manifestações, a pintar cara, a fazer denúncias formais, ou não; é defender quem ainda não sabe se defender. Quero trabalhar na prevenção do assédio às crianças e adolescentes pelo mundo do crime, uma vez que antes ser algoz da sociedade, na maioria das vezes, os adolescentes infratores foram vítimas de alguma violência por ação ou omissão da família, da sociedade ou do Estado. São esses os principais motivadores para eu vir a concorrer ao cargo de Conselheiro Tutelar.


Éber Bonifácio da Silva


 


Tenho 28 anos, formação em Pedagogia pela Faculdade UniEvangélica. Sou natural de Anápolis, cidade que amo e onde cresci e tive minha formação, tanto pedagógica quanto psicológica. Peço o voto para o cargo de conselheiro tutelar, pela experiência com crianças e adolescentes. Quero colocar à disposição meus conhecimentos metodológicos e vivências para melhor servir à comunidade anapolina. Pretendo desempenhar um bom trabalho em parceria com os órgãos competentes, tenho muito a somar com os demais conselheiros, com as instituições e, também, junto com comunidade. Desde já, agradeço a atenção de todos, Conto com vocês!


Rosiane Rafaela Costa


 


Sou professor no Centro de Educação Profissional de Anápolis/CEPA. Tenho 30 anos, sou de Anápolis, Bacharel em Turismo pela Faculdade Anhanguera e pós-graduando em Gestão Pública pela Faculdade Católica. Como professor, atuando na rede pública de ensino, sempre estive ao lado da juventude anapolina, onde consegui visualizar suas reais necessidades, carências e anseios. Como educador, dei minha parcela de contribuição. Como conselheiro tutelar, sei que posso contribuir, de forma ainda mais efetiva, para esta nobre causa, estando sempre consciente do grande desafio que é garantir os direitos das crianças e dos adolescentes.  


Josué Gonçalves Costa


 


Sou Etiene Garcez Machado. Meu objetivo é dar continuidade ao trabalho que já desempenho desde 1997, quando abracei a causa da criança e do adolescente, trabalhando muitos anos como voluntaria no Instituto Luz de Jesus, que acolhe crianças e adolescentes em situação de risco. Já exerci a função de conselheira tutelar, eleita por um mandato, onde trabalhei com muito empenho e dedicação pela defesa das crianças e adolescente anapolinas e, sem dúvida, posso afirmar que tenho larga experiência nesta área de atuação. Mas, acima de tudo, tenho paixão por esta causa e, por isso coloco, mais uma vez, meu nome à disposição da população.


Etiene Garcez Machado


 


Acredito que a base da criança e do adolescente esteja na família. E, mesmo diante de tantos obstáculos e impedimentos, não podemos continuar inertes assistindo a desconstrução de princípios e valores que só são obtidos dentro de uma família bem edificada. Ciente de que o principal objetivo de um conselheiro tutelar deve ser o de trabalhar para proteger e assegurar os direitos de todas as crianças e adolescentes coloco-me a disposição da sociedade com intuito de propor ações que contribuam para o fortalecimento da família e demais responsabilidades exigidas nesta função, lutando dentro da lei como me assegura o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).


Joanan Alves Fernandes


 


Penso não ser suficiente gostar de crianças. É preciso fazer algo por elas, defendê-las, protegê-las e ajudá-las para que sejam adultos sadios e tenham uma vida melhor.  Quero trabalhar em equipe pelo resgate dos valores, com dignidade e obedecendo ao Estatuto.  Quero atuar junto às famílias e com a sociedade, lutando com dedicação por um futuro melhor para nossas crianças.  Atuando com precisão e fazendo um trabalho preventivo na comunidade, ajudando crianças e adolescentes com absoluta prioridade. Farei o melhor possível pelas crianças e adolescentes do meu Município.


Adriana Lima


 


Meu nome é Napoleão Caixeta. Tenho 23 anos de idade e me candidatei ao cargo de conselheiro tutelar, porque vejo a necessidade de uma instituição cada vez mais atuante. Lutarei, se eleito for, em prol dos direitos referentes à criança e ao adolescente. Veja, na face de uma delas, quando seus direitos são violados ou quando até mesmo deixam de ser cumpridas, o quanto elas precisam deste apoio, deste reconhecimento. Lutarei, portanto, para mudar a visão do Conselho Tutelar de conselho disciplinador para conselho defensor dos direitos da criança e do adolescente, dentro, atento aos preceitos da legislação.                                     


Napoleão Antônio Ferreira Caixeta


Sou Felipe Alves Bobato, tenho 29 anos, casado com Jackeline de Aquino Europeu e pai de família.  Quero ser conselheiro tutelar porque sou pai e acredito que a base da criança é a família. Penso que gostar de criança não é o suficiente pra ser conselheiro, precisa-se de amor, humildade e muita força de vontade para lutar pelos direitos da criança e do adolescente, para que eles possam exercer o que é seu por direito e guiá-los, também, para cumprir com as suas obrigações. Sendo eleito, vou procurar defender todas as causas envolvendo os menores, cobrando do Município, do Ministério Público e da sociedade em geral para que seja cumprido o Estatuto da Criança e do Adolescente.


Felipe Alves Bobato


 


Chego à minha segunda campanha para conselheira tutelar trazendo a experiência de ter trabalhando muitos anos com crianças e adolescentes em escolas, creches e igrejas. E, também, pela marcante passagem pelo Conselho Tutelar, o que me trouxe passibilidade de atuar em casos difíceis e delicados, mas que me deram a oportunidade de encaminhar, orientar e ajudar àqueles que passaram por mim. Trago a motivação e o forte desejo de atuar, novamente, nessa área, para ser porta-voz das nossas crianças e adolescentes que passam por negligências e não têm quem fale por eles. Por isso, peço o voto para este novo desafio.


Kety Coelho Guimarães


 


Sou Administrador, formado pela Universidade Salgado de Oliveira, pós-graduado em Psicopedagogia e Gestão de Pessoas. Vejo a missão de ser conselheiro tutelar como uma oportunidade única de fazer valer os direitos e garantias previsto no ECA em relação à criança e ao adolescente, que lhes possibilitem ascender, com dignidade, à condição de cidadãos. Ao longo de 04 anos como conselheiro, atuei na garantia de direitos de crianças e adolescentes. Ser conselheiro é saber ouvir a todos para, juntos, aconselharmos e trabalharmos as demandas entre pais e filhos e acolher as necessidades da comunidade e cobrar as políticas públicas adequadas.


Sudário Berto


 


Escolhi ser conselheira tutelar para contribuir com minha comunidade, buscando o cuidado e os melhores e mais eficientes meios para proporcionarmos o crescimento social de nossas crianças e adolescentes. Pretendendo desenvolver uma atuação de respeito às redes de apoio que trabalham de forma articulada e que oferecem sua contribuição no intuito de dar um futuro melhor e digno às nossas crianças e adolescentes, da região Leste de Anápolis. Precisamos fazer a diferença como cidadãos e fazer esta diferença cuidando com muito zelo das nossas crianças, dos nossos adolescentes e, enfim, da família.


Viviane Gonçalves Patrício


 


Sou nascida e criada em Anápolis e sou candidata ao Conselho Tutelar. Primeiramente, quero cumprimentar o senhor Vander Lúcio Barbosa e a todos do jornal Contexto. Sendo líder de crianças e adolescentes na minha igreja por vários anos, vi muitas vezes os direitos dos mesmos serem violados. Por isso, resolvi abraçar essa causa me candidatando para o Conselho Tutelar, onde fui conselheira por sete anos. Hoje, volto a me candidatar porque adquiri mais experiência e sinto que posso fazer um pouco mais com a bagagem que adquiri durante este tempo. Sei que o trabalho é árduo, porém, gratificante. Amo o que faço e faço com prazer.


Filomena Ferreira


 


Olá amigos! Sou oficialmente candidata ao Conselho Tutelar. Conto com o voto e a colaboração de todos vocês, seus amigos e familiares para que, como conselheira tutelar do Município de Anápolis, eu possa ter as ferramentas que permitam desenvolver um trabalho de zelar pelas crianças e adolescentes de nossa Cidade. Além disso, precisamos de conselheiros dispostos a assegurarem que os dispositivos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente sejam efetivamente aplicados. Essa é a garantia de proteção e transformação da realidade social das crianças e adolescentes. Por isso, peço o voto e, desde já, obrigada!


Maria Cecilia Pereira Moscardini


 


Meu nome é Lucas Soares Rodrigues. Tenho 25 anos de idade, sou casado e quero ser conselheiro tutelar porque é uma forma de fazer algo pela nossa sociedade. Vejo essa oportunidade como a forma mais efetiva de contribuir e ajudar dentro das prerrogativas que nos são disponibilizadas. Realizo, há mais de cinco anos, trabalho religioso com crianças e adolescentes e acredito que para ser conselheiro tutelar, não basta só gostar de crianças. É preciso fazer algo efetivo por elas. Com esta oportunidade, caso me seja dada com o seu voto, terei mais ferramentas para garantir que os direitos das crianças e adolescentes sejam preservados.


Lucas Soares Rodrigues


 


Parafraseando Rui Barbosa: De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver os direitos da criança e do adolescente serem violados, e ainda a falta de estrutura propiciada pelo Estado, tenho para mim, que lutar pelos direitos do menor é questão de honra. Sou Pedagoga e Bacharel em Direito. Trabalhei diretamente com crianças e adolescentes, e tenho a convicção que estes precisam de uma atenção especial, visto que são pessoas em desenvolvimento. Como conselheira tutelar quero fazer a diferença, quero lutar pelos direitos da criança e do adolescente. A causa é nobre!


Célia Beatriz


 


Oportunidade. Uma palavra com várias janelas abertas. Ser conselheira tutelar é uma delas. Ajudar, orientar, conduzir as pessoas ao caminho certo me deixa feliz, pois a orientação, nem todos têm. Conhecimento todos nós podemos dividir, ele nunca se acaba. Pelo contrário, aumenta, é uma troca.  Com o tempo, conquistei maturidade e conhecimento e, assim, me vejo, no momento, habilitada a desempenhar esta função. Serei sincera em todas as minhas atitudes e terei a honestidade como alicerce que me conduzirá, sempre, ao caminho justo e certo. Tenho mais do que a vontade: mas a necessidade de ajudar o próximo. Obrigada!


Maria José Caetano Rodrigues


 


Entre os vários motivos para querer atuar como conselheiro tutelar, o que teve maior peso no momento em que decidi fazer parte do outro lado que cerca a vida de crianças, adolescentes e suas famílias, é o fato de eu já fazer parte deste universo infanto-juvenil. Sou funcionária efetiva da Educação Municipal da Cidade de Anápolis há oito anos; atualmente atuo como Intérprete de LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais) e cuidadora de crianças especiais. Através dessa vivência diária, entendi que posso e devo fazer valer os direitos que, por lei, devem ser garantidos independentemente de sexo, cor, credo ou situação financeira. E poder despertar para uma vida plena baseada e assegurada pelas leis.


Adriane Lourdes


 


Tomei a decisão de me candidatar como conselheira tutelar buscando a direção de Deus, e sabedoria para ajudar a população da nossa Cidade que está, a cada dia, aumentando e, com isso, aumentam as situações que colocam nossas crianças e adolescentes em perigo, como: violência; abandono; maus tratos, tanto psicológicos, como físicos. Meu foco é lutar e trabalhar em defesa das crianças e adolescentes conforme o ECA, analisando cada caso e encaminhando às autoridades competentes e trabalhando juntamente com as escolas e junto às famílias, dando o suporte necessário para aqueles que necessitam de fato dos nossos trabalhos e cuidados.


Michelle Karine


 


Sou assistente social, gestora de politicas públicas sociais, técnica de Conciliação Judiciaria/Voluntaria. Os motivos pelos quais coloquei meu nome para ser conselheira tutelar são, fundamentalmente, pelo sentido de poder fazer mais pela proteção e orientação a tantas crianças e adolescentes que vivem em situações de riscos e vulnerabilidade. Sou Assistente Social, realizo um trabalho social e vejo que, como conselheira, poderei fazer muito mais. Minha intenção, em sendo eleita, é realizar junto a toda equipe a missão de recuperadora de vidas de crianças e adolescentes, que muitas das vezes são marginalizados. Deus Abençoe a cada um!


Daniela M. Khoury


 


Sou Pedagoga, tenho 49 anos, uma filha de 21. Cresci em uma casa de acolhimento, naquele tempo, denominada orfanato, ou, abrigo. Tenho experiência de 20 anos de trabalho com crianças e adolescentes. Quero ser conselheira tutelar por ser apaixonada pelo trabalho social, sempre gostei de cuidar de crianças e adolescentes, e sendo conselheira tutelar vejo a oportunidade de contribuir, muito, com as que estão em situação de vulnerabilidade, para que se faça valer os seus direitos e a entenderem os seus deveres. É algo mágico poder compartilhar experiências vividas, ajudar e contribuir para que possam voltar a sonhar construir projetos de vida.  


Cleusa Pereira Batista


 


Sou casada, tenho um filho que vai fazer três anos. Formada em Direito pela UniEvangélica, atualmente presto serviço na Instituição ABID - Associação Beneficente Irmãs Dorcas, que desenvolve um trabalho educacional assistencial e social as famílias assistidas pelas três unidades CEI-Bete Shalom, atendendo atende crianças zero a seis anos. Neste ambiente se desenvolveu minha vontade e necessidade de fazer mais pelas crianças. Pelo dia-a-dia do trabalho percebi, e elas me ensinaram também, o quão importante é um olhar mais amoroso, uma mão pronta a ajudar. Muitas das vezes só um abraço e ouvir o que nossas crianças querem dizer faz toda a diferença.


Rozane Alves Bobato de Oliveira


 


Meu nome é Dábia Evellyn e venho, através deste espaço concedido pelo Jornal Contexto, expor as razões que me levaram a candidatar-me ao Conselho Tutelar. Acredito que a realização de um trabalho social eficaz é vital para uma comunidade. Sendo assim, lutarei com muito empenho para somar à equipe e outras instituições que tenham o mesmo objetivo, ou seja, garantir e promover o respeito ao que é de direito pela dignidade da criança e do adolescente, ouvindo, compreendendo, acompanhando e encaminhando casos. Ser conselheiro tutelar é mais que uma profissão, é um sacerdócio. E quero dar minha contribuição com o seu voto.


Dábia Evellyn


 


 


Meu nome é Maria Auxiliadora Pereira Barbosa e me candidatei ao cargo de conselheira tutelar com o propósito de zelar e cuidar dos direitos das crianças e dos adolescentes do nosso Município. Sou pedagoga e trabalho na área da educação. Com isso, percebo vários tipos de negligência por parte das famílias e, também, da própria sociedade em relação aos direitos desses que, muitas das vezes, são chamados “incapazes”, que precisam tanto de apoio em todas as áreas de sua vida. Sendo conselheira, poderei fazer mais para ajudar as nossas crianças e adolescentes a terem uma vida melhor, digna, como deve ser numa sociedade cristã.


Maria Auxiliadora Pereira

Autor(a): Claudius Brito

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