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Ponte da Avenida Ana Jacinta é interditada mais uma vez

Cidade Comentários 19 de novembro de 2011

Desta vez, segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Sustentável, o problema estaria em um vazamento na tubulação de água potável que existe no local


Desde a quarta-feira, 16, a ponte sobre o Ribeirão Antas, entre a Vila Santa Maria de Nazareth e a Cidade Jardim está interditada em meia pista. De acordo com a Prefeitura, o problema é em decorrência do vazamento de água que surgiu numa tubulação da Saneago e que provocou o afundamento da pista, o que estava oferecendo riscos à população. O Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano Sustentável, Clodoveu Reis Pereira, disse que o incidente não tem nada a ver com o problema anterior que determinou o bloqueio da passagem por inteiro durante vários meses no início do ano. O secretário que, também, é engenheiro, disse que a estrutura da ponte está intacta e que o serviço realizado anteriormente não sofreu qualquer tipo de dano. Clodoveu Reis adiantou mais, que possivelmente ainda esta semana, caso as condições climáticas sejam favoráveis, o trânsito esteja liberado em sua integralidade naquela região da Cidade.
A Avenida Ana Jacinta, onde está a referida ponte, é uma das principais ligações entre o Leste e a região central da Cidade, canalizando uma grande porcentagem do tráfego urbano, inclusive do sistema de transporte coletivo e sua interdição provoca uma série de transtornos, principalmente a diminuição de intensidade no fluxo do tráfego. Não existe uma estatística oficial, mas tem-se como certo que a citada avenida esteja entre as dez mais movimentadas de Anápolis. Ela escoa todo o trânsito da região do Bairro de Lourdes, parte do Bairro Jundiaí e de toda a Vila Santa Maria de Nazareth, setores de alta densidade demográfica e com grande concentração de veículos automotores.
Tapa buracos
O Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano Sustentável, Clodoveu Reis, disse ainda que o serviço conhecido como “tapa-buracos” aumentou com a chegada do período chuvoso. Segundo ele, trata-se de um atendimento paliativo, uma vez que por conta da densidade de tráfego e do peso dos veículos, hoje bem maiores do que duas, três décadas atrás, no atrito com o pavimento antigo, não aceita mais este tipo de remendo. A Prefeitura deve receber, em poucos dias, o diagnóstico feito por uma equipe da Universidade de São Paulo sobre as reais condições da camada asfáltica do setor urbano de Anápolis, assim como a indicação correta do tratamento a ser dispensado a ela. É de posse de tal relatório que se pretende, a partir do ano que vem, adotar-se um sistema inovador de correção dos leitos de vias públicas. A proposta esbarra, entretanto, na questão financeira. Estima-se que para consertar o piso das principais ruas e avenidas de Anápolis seja necessária uma verba de, aproximadamente, R$ 100 milhões, recurso que, hoje, a Prefeitura não tem em caixa.

Autor(a): Nilton Pereira

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