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Plano para recuperação do Piancó é debatido entre Saneago e Emater

Cidade Comentários 05 de agosto de 2016

Presidentes dos dois órgãos começam a definir estratégias para por em prática plano de recuperação das bacias hidrográficas do Piancó, que abastece Anápolis, e do João Leite, que abastece Goiânia


“Ou fazemos esse trabalho agora, ou será tarde demais”. Esta é a avaliação do presidente da Saneago, José Taveira Rocha, a respeito da urgência de se investir em ações de gestão da água em Goiás. Nesta quarta-feira, 04, ele se reuniu com o presidente da Emater, Pedro Arraes, para discutir o andamento do projeto elaborado pela Emater de recuperação das bacias hidrográficas do Ribeirão Piancó e do Ribeirão João Leite que conta com o apoio da Saneago e do Ministério Público de Goiás. Taveira destacou ainda a importância de envolver as várias instituições para que os projetos alcancem resultados efetivos.
A Saneago irá investir recursos financeiros e arcar com a contratação de seis técnicos. Selecionados e capacitados pela Emater, esses profissionais irão implementar práticas sustentáveis de gestão da água entre produtores inseridos na região das bacias.
Pedro Arraes destacou que o plano de trabalho para execução do projeto está pronto e que a seleção dos técnicos está na fase final. Para o presidente da Emater, as parcerias e todos os agentes são importantes, mas o protagonista das ações sustentáveis é o produtor rural. “É ele quem cuida da preservação e, para que o produtor faça isso, é preciso garantir renda”, avaliou.

Microbacias degradadas
Ao longo dos anos, a degradação dos solos, o uso não disciplinado da água, a realização de pastejo em áreas indevidas e o desmatamento desmedido levaram ao comprometimento das áreas de preservação das bacias. Para superar problemas históricos, a Emater propõe a recomposição vegetal de Áreas de Preservação Permanente (APP) e de nascentes, ações de educação ambiental e um projeto de assessoramento técnico, entre outras atividades específicas.
O presidente da Emater, Pedro Arraes, destaca que é importante garantir, antes de tudo, a oportunidade de trabalho e renda para que as famílias do campo possam produzir sem agredir o meio ambiente. “É inevitável que, numa situação de miséria, o produtor desmate para comercializar a madeira e alimentar sua família. Onde não há renda não há preservação”, argumentou o presidente.

Autor(a): Da Redação

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