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Pedido de intervenção na segurança em Goiás foi rejeitado

Geral Comentários 01 de maro de 2018

Deputado José Nelto propunha medida igual à que está sendo feita do Rio de Janeiro pelo Governo Federal


O Plenário da Assembleia Legislativa derrubou o requerimento apresentado pelo deputado José Nelto (MDB), que pedia intervenção militar na Segurança Pública no Estado de Goiás. A iniciativa do parlamentar teve reprovação da maioria na Casa.
O deputado José Nelto (MDB) estava prondo solicitar ao presidente Michel Temer (MDB) intervenção federal na Segurança Pública no Estado de Goiás. Ao protocolar o requerimento nesta terça-feira,27, José Nelto pediu urgência, o que foi colocada em votação e a urgência aprovada pelos deputados. Os parlamentares presentes votaram contra o teor do requerimento, pedido de intervenção, menos os emedebistas Lívio Luciano e Wagner Siqueira.
Para justificar o pedido, José Nelto argumentou que, de acordo com o Ministério da Justiça e com pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Estado de Goiás seria mais violento que o Estado do Rio de Janeiro, que teve intervenção militar decretada na Segurança Pública.
Ao subir à tribuna para encaminhar voto, a deputada Isaura Lemos (PCdoB) posicionou-se contrária ao requerimento, apesar de pertencer à bancada de oposição. Ela argumentou que a intervenção militar na Segurança Pública carioca não teria sido decretada para combater a violência, e sim para fazer um espetáculo midiático. “Precisamos de políticas públicas sérias e permanentes, com investimento em inteligência para derrubar a rede que comanda o crime organizado”, finalizou.
Major Araújo (PRP), que também compõe a bancada de oposição, não acredita que a solução para a Segurança Pública seja uma intervenção federal, como proposto pelo requerimento. “Não temos ambiente para intervenção. Nossas polícias, Militar e Civil, trabalham com empenho e vontade. No nosso caso a culpa é toda do governador Marconi Perillo (PSDB). A violência é grande em Goiás porque o Governo não investe e nem se preocupa com essa Pasta”, explicou.

Autor(a): Da Redação

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