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Vai melhorar

Edição 698 - 02 a 08 de novembro de 2018

A retomada do emprego, principalmente no Estado de Goiás, sinaliza que o pior momento da economia nacional já passou, ou, no mínimo, está passando. Vêm aí, as festas de final de ano - formaturas, Natal, Ano Novo, férias e outros eventos - que prometem dar mais um avanço na distribuição de renda e na circulação de um capital mais volumoso, nas pequenas, médias e grandes cidades. O comércio deve empregar mais trabalhadores, as indústrias devem receber mais pedidos e, com isso, o dinheiro vai circular com maior intensidade. Em janeiro começam os novos governos (Federal e estaduais), também, com a expectativa de que a economia sofra um bom impulso.
Pelo que apregoaram os eleitos de outubro, a tarefa de soerguimento das finanças nacionais é possível. Basta ver na história de outros países e, até mesmo a do Brasil, que saíram de situações adversas mais agudas do que a atual, deram a volta por cima e estão, hoje, em um patamar de qualidade acima da média. Então, por aqui pode sim... Vai depender de cada brasileiro fazer a sua parte. De nada adianta ir para casa, sentar-se em frente à televisão e esperar que o novo presidente e os novos governadores resolvam todos os problemas no País. Não é assim que funciona. Os governantes, por si só, já provaram que não conseguem.
O que temos de fazer é acompanhar o desempenho de cada um, verificar se os nossos representantes, de fato, estarão cumprindo as promessas feitas em campanha. O de que necessitamos, com certeza, é de uma boa gestão pública aliada à vontade do povo em acertar. Espera-se que, a partir de 2019, passemos a viver um novo tempo, um tempo de paz social e de progresso. Chega de sofrimento.

Autor(a): Vander Lúcio Barbosa

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