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Um dia de domingo

Edição 694 - 05 a 11 de outubro de 2018

Não vai ser um domingo qualquer. Neste sete de outubro, os brasileiros cumprirão o dever, ou a obrigação, de se dirigirem à cabine de votação e, ali, em atitude isolada, independente e individual, escolherem os futuros deputados estaduais; deputados federais, dois senadores por estado, governadores e o novo Presidente da República. No caso de govenadores e Presidente, em não se resolvendo no dia sete, haverá mais um prazo, o chamado segundo turno.
É uma oportunidade singular, que acontece, só, de quatro em quatro anos. Portanto, a responsabilidade de todos nós é imensa. De nada adianta adotarmos um olhar crítico, se, na prática, não estamos fazendo nada para mudar o quadro que entendemos estar precisando de ajustes. Ou votamos certo agora, ou vamos para o final da fila, esperar por mais quatro anos. Daí, este domingo ser um domingo especial, com gosto de democracia, com sabor de liberdade, com cheiro de livre arbítrio. Nada é mais importante e mais justo do que o cidadão ter o direito de escolher a quem confiará seu voto, uma procuração para representá-lo nos diferentes níveis de governo.
E, para quem entende que o Brasil não vai bem, esta é a grande chance de mudar os rumos desta Nação. Para quem acha que o Congresso Nacional precisa de uma repaginada, o momento chegou. Elejamos, então, novos senadores, novos deputados federais, ou mantenhamos aqueles que, de fato, são produtivos e propositivos. Até porque, mudar por mudar, não resolve. Da mesma forma, se os brasileiros entenderem que os respectivos governos estaduais não estão correspondendo, a solução é ir para a cabine eleitoral e sufragar o nome daqueles que julgarem melhores. Ou, quem sabe, menos piores. Para Presidente, este ano, não tem jeito. Vai ser mudado, pois o atual não pode, por lei, se candidatar à reeleição. Portanto, a poucas horas do momento mais importante da democracia no Brasil, que estejamos prontos e qualificados para colaborarmos para a melhoria de vida desse povo tão sofrido. Que escolhamos aqueles que melhor preenchem nossos anseios democráticos. As eleições servem para isso. Ou, deveriam servir.

Autor(a): Vander Lúcio Barbosa